“Nada é. Tudo está.”

14/04/2012

O poder do Zinco

O mineral está em uma série crescente de fórmulas que prometem suplementar a dieta, mas que benefícios ele traz para a sua saúde? Ainda pouco conhecido, o zinco, encontrado também em alimentos, atua em processos vitais no organismo
Como o mineral age
Antioxidante, ele está presente em quase todos os tecidos do corpo e por isso tem ações benéficas diversas. Pertence à categoria dos elementos químicos necessários para o crescimento, desenvolvimento e funcionamento adequado do organismo. Segundo a farmacêutica Sheila Ornellas Guimarães (SP), está envolvido em processos bioquímicos relacionados à imunidade, à formação óssea e à cicatrização. Diabéticos também se beneficiam. “Ele atua nas funções do pâncreas, órgão responsável pela liberação de insulina”, diz a geriatra Jacqueline Renault, da Clínica Terapêutica Harmonya (SP). O mineral ainda é eficiente no combate à degeneração macular, que causa a cegueira em idosos, graças à forte associação com a vitamina A, essencial para o bom funcionamento da retina.

Fonte da juventude
Como o selênio, manganês e outros minerais, o zinco, associado à vitamina C, é muito importante no combate aos radicais livres. “Estes são formados no metabolismo celular, a partir do oxigênio, ou entram no organismo vindos do meio exterior, acelerando o envelhecimento dos tecidos”, diz Paulo Olzon Monteiro da Silva, chefe da Disciplina de Clínica Médica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

RAZÕES PARA O DÉFICIT
A falta de zinco pode estar relacionada ao consumo exagerado de cereais não refinados e pão não fermentado. “Algumas substâncias químicas adicionadas aos alimentos industrializados reduzem a absorção de zinco, como os fosfatos e o EDTA”, esclarece a nutricionista Fernanda (SP). Também contribuem para o déficit, o uso de anticoncepcionais orais e corticosteróides, bem como a dificuldade de absorção, o que pode ocorrer em casos de alcoolismo, quando ele é eliminado pela urina ou devido a desordens digestivas.

EVITANDO EXCESSOS
Os especialistas concordam que a melhor maneira de ingerir vitaminas e minerais é por meio dos alimentos, até para evitar o risco de megadose de nutrientes. “É inviável passar a vida tomando cápsula. E o zinco, especificamente, pode tornar-se tóxico se consumido acima da ingestão diária recomendada, que é de 15 mg”, pondera a nutricionista Fabiana Casé do Vale (SP). Para alcançar essa dose, Fabiana recomenda: pão integral de manhã, carne no almoço, barra de cereal à tarde e uma porção de frango no jantar.

Quem deve consumir mais
Atletas, idosos, vegetarianos, portadores de doenças inflamatórias crônicas podem apresentar deficiência de zinco, por perda excessiva durante o exercício ou pelo consumo de carboidratos simples (refinados) ou ainda como seqüela do problema de saúde. Nestes casos, a suplementação é recomendada, mas sem exageros. “Altas doses de zinco podem reduzir a absorção do ferro, além de ter sido associadas a baixos níveis de cobre, diminuição da função imunológica e dos níveis de HDL (o bom colesterol)”, alerta a nutricionista Fernanda Pisciolaro (SP).

Conseqüências das deficiências
Elas foram descritas pela primeira vez em homens jovens do Irã e Egito. “São caracterizadas por pequena estatura, problemas na produção de esperma e anemia”, relata a nutricionista Fernanda. Na infância, a falta do mineral poderá interferir no crescimento e no desenvolvimento.

Alimentos no lugar de cápsulas
É possível encontrar o zinco em uma lista extensa e variada de alimentos: ostras, mariscos, mexilhão, arenque, fígado, fígado de porco, carne bovina, peixe, aves, gema de ovo, leite e derivados, iogurte, queijo, manteiga, manteiga de amendoim, cereais enriquecidos e de grão integral, arroz, cereal de arroz, farelo de trigo, farinha de aveia, pão de centeio, pão de trigo integral, trigo, cevada, feijões secos, ervilha, milho, nozes, levedo, alface, batata, beterraba, cenoura, couve, espinafre, cereja, laranja, pêra.

RICOS POR NATUREZA

CONCENTRAÇÃO EM PORÇÕES DE 100 GRAMAS
FOTOS: SÍMBOLO IMAGENS

 Fonte: Revista Viva Saúde

Fome de inverno

O organismo exige mais energia quando o termômetro registra baixas temperaturas. Mas isso não é desculpa para abusar de chocolates e outros itens hipercalóricos. Neste período, vá devagar com a comida e preserve sua saúde
 


É só a temperatura cair para começar um desfile interminável e apetitoso de pratos calóricos. É quase impossível resistir a uma maravilhosa fondue de queijo ou a uma simples caneca de chocolate quente com um fio de leite condensado. No inverno, é fato, o apetite e a preguiça para enfrentar os dias frios aumentam na mesma proporção.
No entanto, o gasto energético nessa época do ano é maior, porque o organismo se esforça mais para manter a temperatura corporal dentro dos padrões de normalidade. O aumento da fome é o corpo pedindo mais energia, que é captada através dos alimentos”, explica Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) e professor de pós-graduação em Nutrologia.
Embora essa energia extra seja usada para controlar a temperatura, é melhor não abusar. A nutricionista Camila Zago, chefe do setor de Nutrição e Dietética do Hospital São Camilo Ipiranga, diz que os excessos, nesse período, não são justificáveis em um país como o Brasil, onde a temperatura é amena comparada, por exemplo, ao Leste europeu. “A verdade é que os brasileiros não gostam do inverno, então se deprimem e a produção de serotonina, um neurotransmissor que promove a sensação de bem-estar, diminui. Para suprir esta sensação de tristeza e desânimo, as pessoas, principalmente as mulheres, acabam descontando na comida e engordam”.

Os perigos da gula
A nutricionista Luciana Zuolo Coppini, mestre em nutrição pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), alerta que a comilança pode dilatar as paredes abdominais. “Pessoas que não estão acostumadas ao excesso, se insistirem, podem até expelir o que comeram”, enfatiza o gastroenterologista Joaquim Gama, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz (SP).
Os excessos à mesa também podem ser determinantes para o surgimento de doenças como hipertensão e obesidade, além de contribuir para o aumento dos níveis de colesterol e triglicéride, que elevam os riscos de problemas car diovasculares.
Portanto, não apenas para não engordar, mas para evitar que todos os seus cuidados com a saúde até agora tenham sido em vão, o ideal é redobrar os cuidados com a alimentação na estação mais fria do ano.
Uma dica é ficar atento ao alimento consumido — se há maior demora para ele ser metabolizado e liberado do estômago. E investir nele. Os carboidratos, como massas e pães, por exemplo, dão uma sensação de peso passageira e rápida. Já a digestão das proteínas (carnes, principalmente) dá mais trabalho e sua liberação para o intestino é mais lenta.

OUTROS TRUQUES PARA DRIBLAR A COMILANÇA
Confira algumas dicas para controlar o apetite ou deixar as guloseimas menos calóricas

SOPAS: prefira aquelas feitas com legumes batidos, em vez de creme de leite. Para dar uma engrossada, adicione farelo de trigo, pois, além de dar mais sabor, proporciona uma sensação de saciedade, regula a função intestinal e controla os níveis de colesterol.

CHÁS: são ótimas alternativas para esquentar o corpo, além de deliciosos e diversificados.

CARNES DE PORCO: procure substituí-las por carnes mais magras (como peixes ou frango sem pele), preparadas na panela de pressão ou grelhadas.
CHOCOLATE QUENTE: utilize leite desnatado e achocolatado diet. Mas o melhor mesmo é abusar dos chás.

QUEIJOS: dê preferência aos brancos e light, mas não exagere na quantidade.

FONDUE: prepare-a com leite desnatado e queijos magros e troque o pão ou o biscuit por legumes.

FRUTAS: abuse das frutas típicas desta temporada: morangos, tangerina, laranja e maracujá. Elas podem ser consumidas constantemente, já que são boas fontes de vitamina C.

Fonte: Revista Viva Saúde

8 supervilões da dor nas costas

A maioria das fisgadas que abalam a sua coluna (e o seu humor) tem cura. Mas, para que o tratamento seja um sucesso, é preciso descobrir a razão por trás do martírio

ESTIMA-SE QUE 80% DA POPULAÇÃO MUNDIAL AINDA TERÁ DOR NAS COSTAS EM ALGUM MOMENTO DA VIDA

A maioria das pessoas só percebe que precisa proteger mais sua coluna (ou que ela existe) quando as dores começam a incomodar e a limitar a realização de tarefas... E é justamente esse descaso com a região que sustenta o nosso corpo que prejudica o tratamento e o alívio desse incômodo. Felizmente, na maior parte dos casos (80% deles), a dor nas costas não dura mais do que três meses e desaparece, com ou sem medicação, segundo o médico Jamil Natour, professor de Reumatologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Neste caso, “o paciente obrigatoriamente tem que mudar o estilo de vida. Parar de fumar, emagrecer, alongar, cuidar da postura e ficar calmo”, receita José Goldenberg, reumatologista do Hospital Albert Einstein e autor do livro “Coluna, Ponto e Vírgula”. Mesmo assim, não devemos subestimar o problema, porque as causas da dor são múltiplas e vão desde simples vícios de postura até a presença de doenças graves.

Cabe ao médico avaliar os sinais de alerta. Se existirem, é necessária uma maior investigação da causa e do melhor tipo de intervenção.” Os sinais de perigo são febre, perda de peso, histórico de trauma, quando a dor piora com repouso e quando o primeiro episódio ocorre em crianças ou após os 60 anos. Conheça a seguir os oito vilões que mais abalam a sua estrutura:

TABAGISMO, sempre ele
Pouco se fala a respeito, mas o cigarro, além de todos os prejuízos já conhecidos à saúde, também pode afetar o bom funcionamento da coluna vertebral. Segundo os médicos, a dor nas costas costuma tornar-se crônica mais freqüentemente entre os fumantes. A teoria é a de que os discos situados entre as vértebras e que funcionam como amortecedores para os impactos são irrigados por vasos capilares, que, por sua vez, são afetados pelo tabaco. Ou seja, o fumo atrapalha a circulação do sangue nessa região.

DEFORMIDADES na coluna
Escoliose, hiperlordose e hipercifose podem ser um fator de risco ou a origem da dor, mas só se tornam causa do problema quando associadas a outros aspectos. Um exemplo é quando a musculatura flácida deixa de oferecer sustentação para a coluna. A gravidade varia conforme o ângulo de curvatura.
A escoliose é caracterizada como um desvio lateral da coluna. Pode ocorrer já na infância, com maior freqüência em meninas e, nesse caso, exige tratamento rápido para evitar deformidade óssea e artrose no futuro. Escolioses de até 10 graus de angulação ocorrem em até 3% da população. O Instituto Nacional de Tráumato-Ortopedia (Into), órgão ligado ao Ministério da Saúde, alerta: crianças que carregam mochilas muito pesadas correm o risco de desenvolver postura incorreta e apresentar desvios na coluna vertebral. O peso das mochilas não deve ultrapassar o limite de 10% do peso da criança.
Já a hiperlordose é a lordose (curvatura normal da coluna) exagerada. É caracterizada pelo bumbum arrebitado e mais comum em mulheres, tanto que o salto alto é um agravante.
O problema, geralmente, é bem tolerado, mas, às vezes, pode causar dor. Neste caso, é preferível circular com os glúteos em posição normal, sem forçar a saliência, para o bem da coluna. Já a hipercifose é aquela corcundinha que aparece com freqüência ainda na adolescência, quando os jovens tentam disfarçar a altura ou, no caso das meninas, os seios fartos.

O INCÔMODO NA INFÂNCIA É INCOMUM. PODE SIGNIFICAR PROBLEMAS SÉRIOS, COMO TUMOR OU MALFORMAÇÃO CONGÊNITA

ALONGAR-SE TRÊS VEZES POR SEMANA DIMINUI EM 15% AS CHANCES DE LOMBALGIA

o peso da GRAVIDEZ
Até cerca de 50% das mulheres grávidas sofrem de dores na coluna. Porém, os médicos perceberam que a dor é pior no primeiro trimestre. Atualmente, muitos especialistas acreditam que a causadora da dor é a mudança hormonal. Um hormônio relaxaria e diminuiria o tônus da musculatura, especialmente da pélvis. “Esse problema é muito comum. Acontece muito. Mas não é normal. Sentir dor não é normal”, diz Arnaldo Libman, autor do livro “Cure sua Coluna”.
Engordar demais força as estruturas osteoarticulares e também responde por dor. Neste caso, a postura também tem sua cota de participação, especialmente com o hábito da grávida de jogar a barriga para a frente e o quadril para trás. Libman recomenda à futura mamãe procurar um médico, especialmente porque o tratamento de grávidas é mais complexo, uma vez que elas devem evitar medicamentos fortes. Para resolver o problema, exercícios adequados, hidroterapia e até uma cinta de sustentação podem ser indicadas.

OBESIDADE
Para afetar a coluna, não é necessário entrar na categoria de obeso. Cada 10 quilos a mais do que o recomendado aumenta em 20% o risco de dor nas costas.
Ou seja, a cada 2,5 quilos somados, cresce em 5% a chance da pessoa vir a sofrer de dor nas costas. 

SEDENTARISMO, fuja dele
O sedentarismo também tem sua parcela de responsabilidade. O exercício físico alonga e fortalece os músculos, lubrifica as articulações e nutre os discos. Por outro lado, é preciso certa cautela. Alguns exercícios podem aumentar as dores ou piorar o estado de quem já sofre com o problema. Portanto, é necessário escolher a atividade adequada e começar devagar. Boas opções são caminhadas, natação, bicicleta (atenção à postura!), alongamentos e fortalecimento da musculatura. Os abdominais, além de deixar a barriga tanquinho, ajudam a coluna.
A idade também pesa sobre a coluna. Aos 20 anos, uma pessoa tem os discos compostos por 70% de água. Com o passar do tempo, além de sofrerem desgaste, perdem água.



POSTURA reta
A principal causa de dor nas costas é a postural mecânica. “Essa é a causa mais comum de dor aguda. A pessoa leva uma vida sedentária e fica em uma posição ruim o dia todo”, afirma Ari Radu Halpern, presidente da Sociedade Paulista de Reumatologia.
A capacidade da coluna adaptar-se a essa espécie de ‘ginástica’ postural equivocada é limitada. Não é por falta de uso. Somente a cervical (parte superior da coluna) realiza 600 movimentos por hora, um a cada seis segundos. Boa postura não é só conseguir carregar um livro na cabeça sem deixar cair, como ensinavam nossas mães e avós.
A forma como você trabalha no computador, como fica sentado, como abaixa para pegar um objeto que caiu, como dorme, como carrega peso..... Cada atividade exige consciência corporal, pois apenas entrar no carro ou se jogar na cadeira pode lesionar sua coluna. Em geral, a dor nas costas de origem mecânico-postural melhora com repouso.

CAUSAS emocionais
O estresse da vida moderna cobra seu preço muitas vezes por meio da coluna. Um dia de pressão e sobrecarga de trabalho, aquela sensação de carregar o mundo nas costas, por exemplo, pode tensionar as delicadas estruturas da coluna e desencadear a dor
Os especialistas sabem que os sintomas dolorosos nessa região podem ser conseqüência de problemas emocionais. “Emoções negativas podem se manifestar como dor”, diz Arnaldo Libman, reumatologista e diretor do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, no Rio. “É freqüente a junção de alterações físicas e emocionais em pessoas que têm problemas de coluna”, afirma em seu livro “Cure sua Coluna”.
O estresse e a depressão também são provocados pela dor nas costas, em um círculo vicioso complicado. Com o problema, a pessoa deixa de trabalhar e isso provoca sentimentos negativos. Por isso, o aspecto psicológico e emocional precisa ser considerado antes, durante e depois do tratamento.




HÉRNIA DE DISCO, OSTEOPOROSE E ARTROSE SÃO CAUSAS DAS DORES NAS COSTAS QUE APARECEM TARDIAMENTE

atenção às DOENÇAS
Segundo especialistas, existem até 100 doenças que podem causar dor nas costas. A hérnia de disco é uma das mais freqüentes. Ocorre pelo deslocamento de um disco intervertebral, que passa a comprimir um nervo, causando dor. Os especialistas afirmam que mais de 95% dos casos dispensam cirurgia, ocorrendo absorção do disco após fisioterapia e tratamento clínico. Entre as doenças metabólicas, se destaca a osteoporose, que é a diminuição da densidade da massa óssea. É mais comum em mulheres que entram na menopausa e atinge cerca de 10% dos homens acima dos 50 anos. Para detectar o problema, é preciso fazer o exame de densitometria óssea. O tratamento envolve atividade física, suplemento de cálcio, vitamina D e medicamentos.

Outra doença que causa muitas dores é a artrose, considerada uma doença degenerativa que acomete as vértebras e o disco intervertebral. Ela é muito comum em pessoas com mais de 45 anos. Além dessas, doenças reumáticas, infecciosas, inflamatórias (como artrite e espondilite) e até a presença de tumores podem provocar problemas na coluna.

OS TRATAMENTOS
Ari Radu Halpern, presidente da Sociedade Paulista de Reumatologia, é taxativo:
“Cada causa tem um tratamento diferente”. Segundo ele, como muita gente acaba se curando naturalmente, surgem receitas milagrosas para a coluna.
“O grande erro é partir para o tratamento antes de obter um diagnóstico”, afirma. Os profissionais mais indicados são o médico reumatologista, fisiatra ou ortopedista. As principais formas de tratamento são: medicamentos, pilates, RPG (reeducação postural global), acupuntura (que atua principalmente no sistema nervoso), massagem, hidroterapia (terapia na água) e órteses (apoios para proteger ou dar suporte à articulação).
Fisioterapia ou RPG trabalham o corpo com exercícios adaptados para cada problema. Focam no conjunto de músculos e na postura. Arnaldo Libman dá dicas em seu livro “Cure Sua Coluna” para o alívio imediato da dor após uma lesão: aplicar compressas de gelo é melhor do que banhos quentes, pois impede o excesso de inflamação. Em relação à distensão, alternar compressas geladas e quentes é recomendável. Essas dicas valem para lesões, mas, se após dois ou três dias a dor não ceder, é melhor procurar um médico. Outra recomendação importante: remédios e qualquer outro tipo de intervenção para aliviar os incômodos na coluna costumam resolver as crises temporariamente. Se não houver mudanças de hábitos, porém, a dor pode voltar — e, além disso, tornar-se crônica.

Fonte Revista Viva Saúde

19 verdades sobre a prisão de ventre

O tão conhecido problema de 'intestino preso' afeta 15% dos brasileiros, em geral mulheres. Mas, na maioria dos casos, a dificuldade em 'fazer o número 2' não é causada por razões médicas e sim sociais

 

Um em cada sete brasileiros tem dificuldade de ir ao banheiro. São quase 30 milhões sofrendo com a chamada constipação intestinal, ou simplesmente prisão de ventre. As principais vítimas (75%) são mulheres. Os números ajudam a entender por que o intestino preso é a queixa isolada mais freqüente nos consultórios do gastroenterologista.

Apesar da popularidade do assunto, ainda há muitas dúvidas até entre os atormentados pelo desajuste intestinal há anos. Muitos relatam gastar fábulas de dinheiro em dietas, laxantes e consultas, e garantem que nada funciona.

Resultado: os mitos acabam prejudicando o diagnóstico e o tratamento. As pessoas tomam laxante só porque não conseguem evacuar todo dia. "E isso é um erro", garante o cirurgião e coloproctologista Paulo José Pereira de Campos Carvalho, coordenador do Núcleo de Fisiologia Gastrintestinal do Hospital Albert Einsten (SP) e integrante do Control (Centro de Estudos das Disfunções Urinárias e de Evacuação do Hospital São Luiz, SP). "Cada um tem seu tempo de trânsito intestinal para transformar o alimento em fezes e evacuar", diz o médico. O gastroenterologista Flávio Antonio Quilici, professor da Faculdade de Ciências Mé dicas da Pontifícia Universidade Ca - tó lica de Campinas (PUCC), concorda e acrescenta. "A constipação só se caracteriza se o indivíduo evacua menos de três vezes por semana".

Além disso, há o uso indiscriminado de remédios. "Os laxantes tornam-se cada vez menos eficazes, e a pessoa passa a tomar doses mais altas, agravando o quadro", garante a professora Maria do Carmo Friche Passos, da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Para desmitificar o assunto, Viva Saúde consultou alguns dos principais especialistas no distúrbio. Confira, a seguir, 19 revelações sobre esse incômodo que causa dores, inchaço na barriga, gases e até mau humor.

1. Não é só porque você não consegue evacuar todos os dias que sofre de prisão de ventre.
A constipação intestinal é caracterizada por uma diminuição da freqüê n - cia de evacuações acompanhada por fezes ressecadas e endurecidas. Mas só tem a doença quem vai ao banheiro menos de três vezes por semana. Uma outra boa referência para identificar se há ou não a constipação é o tipo de fezes, que normalmente precisam ser pastosas, não-fragmentadas e umedecidas. Se elas apresentarem esse aspecto, mesmo que a evacuação ocorra de três em três dias, a pessoa não deve se preocupar. Já os que vão ao banheiro diariamente e fazem o chamado "cocô de cabrito", possivelmente têm o intestino preso.

2. O intervalo entre as idas ao banheiro varia entre os sexos.
Nos homens, esse tempo é de 30 horas em média e nas mulheres, de 40 a 60 horas. Mas isso varia conforme o tamanho do intestino, a sua força de contração e a dieta alimentar de cada um. O intervalo das mulheres costuma ser maior, porque a força de contração intestinal delas é menor.

3. O 'intestino preso' é um mal que atinge mais as mulheres.
Sim. Elas têm digestão e trânsito intestinal naturalmente mais lentos, por questões hormonais. Mas o principal motivo para a diferença é cultural. Como as mulheres são educadas desde cedo a não evacuar e nem soltar gases em locais "inapropriados", muitas desenvolvem a chamada síndrome da obstrução de saída.
Se a pessoa deixa de evacuar quando o corpo pede, a vontade passa e as fezes ficam mais tempo do que deveriam no intestino grosso. O bolo fecal perde água, resseca, endurece e aí fica difícil de ser eliminado. Com o tempo, o hábito de contrair-se, mesmo antes de ter a vontade de ir ao banheiro, inibe o reflexo espontâneo de abertura do ânus e esta ação involuntária desaparece, tornando a evacuação cada vez mais difícil.

4. É preciso resgatar o reflexo natural, indo ao banheiro sempre que der vontade. Caso contrário, as dificuldades para evacuar se manterão. E pior: o esforço ao longo dos anos poderá levar à incontinência fecal na velhice.

5. Achar que nada resolve o problema de prisão de ventre é pura falta de informação. Isso vale também para os médicos. Muitos não dão a importância que deveriam ao problema e prescrevem laxantes de forma indiscriminada, agravando a situação. O efeito do laxante parece com o de uma diarréia, o que significa que, após a eliminação de tudo o que estava no intestino, é natural que o corpo precise de alguns dias para produzir novas fezes. O paciente então entra em um círculo vicioso: toma laxante, porque acha que tem o intestino preso; e fica com o intestino preso, porque toma laxante!
Por isso é fundamental que o diagnóstico seja mais preciso e as pessoas entendam que reeducar o intestino depois de anos travando a evacuação requer tempo e dedicação.
6. Intestino preso é diferente de síndrome do intestino irritável.
Sim. Na constipação intestinal mais comum, que é a funcional (motiva da por dieta inadequada, uso de laxantes e contração dos estímulos involuntários de evacuação), a pessoa apresenta dificuldade para ir ao banheiro, produz fezes endurecidas ou fragmentadas, tem de se esforçar para defecar e pode sentir dor no momento da evacuação. Já na síndrome do intestino irritável o indivíduo apresenta dor no abdômen inferior, aumento do volume da barriga e alterações intestinais. Estas alterações, aliás, podem ser diferentes: prisão de ventre, diarréia ou ocorrência alternada de ambas. Ou seja, a prisão de ventre é apenas um sintoma da síndrome do instestino irritável.

7. Sensação de evacuação incompleta é prisão de ventre.
Verdade. Os sintomas mais importantes e comuns da prisão de ventre são dores ao evacuar, sangramento causado pelas fezes endurecidas e sensação de evacuação incompleta.

O USO INDISCRIMINADO DE LAXANTES POR PESSOAS QUE ACHAM QUE SOFREM COM O INTESTINO PRESO PODE, NA VERDADE, DESENCADEAR O PROBLEMA

8. Emoções são capazes de 'prender' o intestino.
Sabe-se que as emoções influem na atuação do sistema nervoso, em especial do nervo vago, que, por sua vez, estimula a função do aparelho digestivo. Ou seja, a pessoa sofre uma alteração de sensibilidade por questões emocionais e passa a ter uma percepção distorcida dos fenômenos fisiológicos do intestino. Assim, as contrações intestinais, que antes eram imperceptíveis, passam a ser traduzidas pelo sistema nervoso como desconfortáveis, gerando diarréia ou prisão de ventre, além de cólicas. Essas alterações psicossomáticas, acreditam os especialistas, podem ter relação com o estresse emocional e até com a sexualidade - uma violência ou desejo reprimido.

9. A má alimentação é uma das principais responsáveis pelo mal. Normalmente, a prisão de ventre é resultado da pouca ingestão de líquidos e de um cardápio pobre em fibras. Mas as causas por trás do distúrbio são diversas. Podem ser funcionais (motivada por dieta inadequada, uso de laxantes e contração dos estímulos involuntários de evacuação) ou orgânicas (associadas a alguma patologia). Outros fatores também costumam desencadear ou agravar o problema, tais como sedentarismo, idade avançada, obesidade, diabetes, gravidez, tumores, efeitos colaterais de medicamentos (como antidepressivos, calmantes e remédios para emagrecer), distúrbio no me tabolismo de cálcio, intoxicação pelo chumbo, hérnias internas, doença de Chagas e abuso de laxantes. Por isso, só o médico é capaz de fazer um diagnóstico preciso.

10. O uso de supositórios na infância não leva à constipação.O fato de o medicamento ser aplicado por via anal não interfere no mecanismo de evacuação do corpo. Além disso, o supositório pode ser usado em crianças, inclusive, para tratar problemas de intestino.

11. Há alimentos que melhoram o funcionamento intestinal.
Sim, especialmente aqueles ricos em fibras insolúveis (ou seja, cerea is integrais, como aveia, trigo, pães, massas e arroz). Eles atuam como laxantes naturais. Como retêm líquidos, essas fibras atuam no intestino grosso aumentando o volume e diminuindo a consistência das fezes, o que favorece o trânsito intestinal e, conseqüentemente, a evacuação. A quantidade necessária de fibras alimentares recomendada ao ser humano é de 25 a 40 gramas por dia, sendo 70% de fibra insolúvel e 30% de fibra solúvel (encontrada especialmente em frutas e verduras).
Outros alimentos ricos em fibras são os alimentos oleaginosos (avelã, amêndoa e noz) e sementes (gergelim e frutas). Mas atenção: o consumo excessivo de fibras também pode ser prejudicial à saúde.

12. Há produtos industrializados que ajudam no tratamento.
Estudos mostram que os alimentos probióticos, que contém microrganismos vivos adicionados à fórmula, melhoram o trânsito intestinal. O mesmo vale para os suplementos de fibras. Mas é importante que se diga que a alta prevalência de constipação intestinal tem a ver muito mais com a retirada das fibras de alguns alimentos industrializados, especialmente do arroz, milho e trigo. As empresas tiram a casca (rica em fibras) para conservar os grãos vendidos ensacados ou enlatados. Não é por acaso que a prisão de ventre é um problema essencialmente urbano. No ambiente rural, as pessoas que consomem muito mais produtos in natura, dificilmente têm intestino preso.
13. O uso de laxantes naturais é extremamente perigoso.
Aliás, de qualquer laxante. As substâncias liberadas no preparo de chás com folhas de sene, cáscara-sagrada e ruibarbo, por exemplo, são muito agressivas às mucosas intestinais. Elas irritam a parede do intestino e interferem em sua sensibilidade. Além de lesar a parte final do tubo digestivo, a ingestão prolongada desses 'laxantes naturais' torna-os menos eficazes e agrava a prisão de ventre. Isso porque, à medida que a pessoa toma quantidades maiores desses chás em intervalos menores de tempo, há riscos sérios de desequilíbrio da concentração de sais minerais no organismo e até desidratação.

14. Intestino preso não necessariamente leva ao câncer.
O câncer de intestino ou colorretal depende de uma predisposição genética. Isto é, pessoas que não têm casos desse tipo na família - a maioria - dificilmente apresentarão a doença, mesmo que sigam hábitos alimentares inadequados e apresentem prisão de ventre. Portanto, a dieta pobre em fibras pode ser no máximo um fator desencadeante, mas não o único causador deste tipo de câncer.

15. A gravidez pode colaborar.
Pesquisas apontam que mais de 30% das gestantes têm prisão de ventre. Isso porque a mulher passa por uma transformação hormonal durante esse período que retarda o processo de evacuação. Paralelamente, há uma pressão do útero sobre o intestino, que também contribui para o atraso na eliminação das fezes. Além disso, a gestante retém mais líquido na gravidez, tornando as fezes mais secas e dificultando sua passagem pelo intestino. O consumo de líquido e de fibras naturais é ainda mais essencial nessa fase, mas, em situações agudas, os médicos podem até recomendar o uso de medicamentos específicos que melhoram o funcionamento do intestino, sem comprometer o desenvolvimento do bebê.

16. Deixar de ir ao banheiro não engorda.
Depois que os alimentos se transformaram em fezes (mesmo que elas demorem a ser formadas e expelidas), eles deixam de ser absorvidos e, portanto, não podem mais ser convertidos em gordura.
17. Fazer exercícios ajuda.

Atividades físicas regulares (três vezes por semana, durante pelo menos 30 minutos) estimulam os movimentos do intestino, favorecendo a eliminação das fezes.

18. A constipação intestinal provoca espinhas.
De certa forma. As substâncias tóxicas, que o organismo tem dificuldade de eliminar pelas fezes, acabam sendo expelidas pelo corpo em forma de espinhas. Mas isso não significa que as pessoas têm de sair tomando laxante para manter a cútis lisa e sem marcas. As acnes podem não ter nada a ver com os problemas intestinais. E, mesmo que tenham, a ansiedade em melhorar a aparência com um estalar de dedos só irá agravar o quadro.

19. Há exames específicos para confirmar o diagnóstico.
Para fazer uma avaliação correta da existência ou não do distúrbio há três testes indicados:

1) Tempo de trânsito colônico: o paciente toma uma cápsula e, a partir do percurso dela no organismo, o médico é capaz de dizer o tempo necessário para que os alimentos se transformem em fezes e sejam eliminados.
2) Videodefecografia: utiliza contraste pelo reto para análise do mecanismo da evacuação do intestino.
3) Manometria anorretal: avalia com trações e reflexos responsáveis pela evacuação
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Fonte: Revista Viva Saúde

Ginko Biloba

Lembre-se, ginkgo biloba
A planta milenar pode prevenir ou aliviar alguns males, além de combater o envelhecimento e, claro, estimular a memória


POR ROSANA FARIA DE FREITAS

ORIGEM
O ginkgo biloba é a árvore mais antiga da face da Terra, sendo por isso identificada como um "fóssil vivo", com aproximadamente 225 milhões de anos. Sua altura pode chegar a 40 metros e sua longevidade alcançar quatro mil anos.

O QUE ESTÁ COMPROVADO
Uma das propriedades reconhecidas é sua capacidade de aumentar a irrigação dos tecidos, notadamente o cerebral. Isso significa que a planta pode melhorar o desempenho intelectual e combater males como dor de cabeça, depressão e insônia.
Além disso, ao aumentar a circulação no labirinto, estrutura interna da orelha, ajuda a diminuir zumbidos e tonturas. A melhoria na irrigação de áreas distantes do coração alivia dores nos membros - braços e pernas.

MEMÓRIA AFIADA
Vários estudos sugerem que o ginkgo biloba estimula as funções cognitivas, além de ajudar no tratamento de indivíduos com doenças degenerativas e com declínio das capacidades intelectuais relacionadas com a idade. Por isso, a Organização Mundial de Saúde (OMS) considera a planta capaz de estimular memorização e aprendizado.

MAIS JUVENTUDE
A ação combinada de diferentes princípios ativos - entre eles os bioflavonóides - reduz a densidade dos radicais livres nos tecidos nervosos. Isso significa que a planta evitaria danos às células que vão piorando com a idade, e por isso é uma arma valiosa no combate às rugas.

VIAGEM PELO MUNDO
A maior parte do consumo vem das árvores cultivadas na região de Bordeaux, na França, e na Carolina do Sul, nos Estados Unidos. Depois, as folhas são enviadas à Irlanda para serem extraídas e, a partir daí, a matériaprima é exportada para vários países - inclusive o Brasil - onde os comprimidos são elaborados.

CUIDADOS NO USO
O ginkgo é comercializado no país de duas formas: em comprimidos vendidos nas farmácias - e, nesse caso, só com receita médica, pois é considerado um medicamento com tarja vermelha; ou em cápsulas de pó moído e folhas, geralmente vendidas em lojas de produtos naturais e expostas nas prateleiras, ao alcance do consumidor. Embora sejam raros os casos de efeitos colaterais, é bom que a pessoa só adquira o produto com orientação de um especialista. A dose máxima recomendada é de 240 mg por dia.

SAIBA QUE...
A planta tem origem no Extremo Oriente. Suas folhas se dispõem em leques e são semelhantes ao trevo.
A árvore despertou o interesse de muitos pesquisadores, depois de resistir ao ataque aéreo da bomba atômica de Hiroshima, no Japão. Ela foi a primeira a voltar a brotar sob as ruínas da cidade devastada.
Há cerca de cinco mil anos, os orientais a cultivam com fins ornamentais, sobretudo em locais sagrados, como templos. Uma de suas características é adaptarse às mais precárias condições ambientais, bem como a agentes externos, como poluição, bactéria, vírus, radiação..
A investigação científica sobre o extrato de ginkgo biloba, nos últimos 20 anos, compreende mais de 400 estudos publicados, que incluem cerca de 50 ensaios clínicos. Eles apontam que os benefícios não são resultado da ação de um só ingrediente e sim de toda a complexa composição da planta, já que há mais de 70 compostos presentes.

CONSULTORIA: ALEXANDRE MERHEB, MESTRE EM NUTROLOGIA PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO (UFRJ), DIRETOR DO ESPAÇO MERHEB DE EMAGRECIMENTO E QUALIDADE DE VIDA

Fonte: Revista Viva Saúde

Óleo Essencial de Cravo da Índia



Syzigium aromaticum
O óleo essencial de cravo-da-índia é muito usado como fungicida e analgésico.
Os perfumes com toque picante normalmente contêm cravo, que também é usado em licores e vinhos aquecidos e adoçados com especiarias. O uso farmacêutico em larga escala reconhece suas propriedades anti-sépticas e bactericidas.
Especialmente indicado como analgésico, anestésico, antiemético, anti-séptico, antiespasmódico, estimulante do apetite, afrodisíaco, carminativo, cicatrizante, desinfetante, inseticida, facilitador do parto, tônico estomacal, tônico para o útero e vermífugo.

É um óleo muito forte que deve ser administrado com cautela. A massagem não é o meio ideal de aplicação, pois pode ocorrer irritação de pele.

O óleo essencial tem efeito positivo e estimulante sobre a mente, fortalecendo a memória. Sua qualidade revitalizante ajuda a tratar sensações de fraqueza e letargia.

É benéfico para o sistema digestivo, conhecido por aliviar os gases através da redução da ação absorvente. É eficaz no combate ao vômito, à diarréia, ao espasmo intestinal, à dispepsia e aos parasitas. Também alivia a náusea e o mau hálito decorrentes da fermentação gástrica. Tem efeito tônico sobre os rins, o estômago, o baço e os intestinos. Suas propriedades de agente analgésico podem ajudar a amenizar dores de dente, inflamações bucais, reumatismo e artrite. Funciona melhor em aplicações locais em áreas específicas do que no sistema em geral.

Óleo Essencial de Alecrim



Rosmarinus officinalis
O óleo essencial de alecrim também é conhecido como ROSMANINHO ou ROSEMARY em inglês. É conhecido também por "Óleo da Lembrança" porque ajuda a encontrar respostas e a trazer a informação e a compreensão, facilitar a memorização e manter nosso equilíbrio e foco.

Diminui as dores de cabeça associadas a distúrbios gástricos. Alivia as dores musculares). Pode ajudar a descongestionar o fígado, amenizando a hepatite e a cirrose. Leva alívio em casos de icterícia e cálculos biliares. Pode ter um efeito positivo na anemia, a aliviar os sintomas da retenção de líquidos, da menstruação insuficiente e das câimbras.

No Antigo Egito era usado nos rituais de purificação. Hoje em dia, é muito usado para proteção contra magias negras e para proteger os espaços da energia da inveja, colocando-se 7 gotas à entrada do espaço (casa, loja ou outro).


Óleo Essencial de Capim Cidró



Cymbopogon citratus

O óleo  essencial de capim cidró tem aroma cítrico, herbal, levemente lenhoso. É um óleo amarelo-alaranjado, originário da Índia.

É estimulante e funciona como regulador do sistema nervoso vegetativo, estimulando as funções orgânicas. Excelente descongestionante linfático e estimulante circulatório. Fortalece o tecido cutâneo. Tônico estomacal e digestivo. Desinfetante, bactericida, parasiticida e anti-séptico.

Bom para:  a concentração e a criatividade. Combate tensões mentais, dores de cabeça e enxaquecas. É o óleo do trabalho e da motivação, traz clareza mental, estimula a criatividade, a memória e a concentração e aumenta a velocidade de raciocínio. Bom para aquecer a musculatura. Combate o cansaço dos pés. Estimula a circulação. Ótimo desodorante de ambientes, com alto poder de fixação e permanência. Seu aroma é agradável, refrescante e purificador.


Óleo Essencial de Lavanda


O óleo essencial de lavanda mantem as melhores propriedades da planta. A lavanda é sedativa e equilibradora, digestiva, anti-reumática e anti-inflamatória, anti-séptica, cicatrizante, relaxante, redutora da fadiga, sedativa, balsâmica e insecticida.

É usado para cortes, queimaduras, reumatismo, alergias de pele, queimaduras de sol, dor de cabeça, insónia, problemas inflamatórios, artrite, pelas propriedades bactericidas e anti-viróticas. Também é eficaz para restaurar a circulação sanguínea dos pés. O banho perfumado com óleo essencial de alfazema é excelente tratamento contra a insónia.

O óleo essencial de lavanda é usado para dar cheiro a cremes, sabonetes e para escovar os cabelos porque é considerado um estimulante do seu crescimento, misturado com óleo de alecrim e manjericão. A água de lavanda reduz a atividade das glândulas sebáceas e elimina a gordura do cabelo

É o único óleo que pode ser aplicado diretamente na pele, pois todos os outros devem ser diluídos em óleos vegetais devido a sua alta concentração.


07/04/2012

Sob a Luz da Nova Ciência: compreensão sobre campos de consciência

Até ontem, costumávamos chamar os florais de essências vibracionais. Isso se deveu ao fato de que o Dr Bach utilizou, apenas uma vez, o termo “vibrações” em um dos seus textos. Entendemos que o mestre Bach quando usava o termo “vibrações”, estava falando poeticamente, se referindo, na realidade, às emanações espirituais da flor.
Avanços da ciência, finalmente abrem as portas e as luzes necessárias para uma maior compreensão e explicação da natureza e atuação das Essências Florais.
Segue a continuação do texto original de Maria Grillo, oferecido para a Mostra Histórica das Essências Florais.


Campos Mórficos - esboço de ilustração digital
Campos Mórficos - um esboço em forma de ilustração digital - Ruth Toledo Altschuler
A produtora das Essências Florais Filhas de Gaia – a Maria Grillo – tem se dedicado nos últimos anos a estudar os campos da biologia, da física e da filosofia contemporânea, na intenção de configurar finalmente uma teoria que explique, ampla e satisfatoriamente, aquilo que os florais realmente são, e de que forma eles atuam e interferem em nossa vida interior.

Pedimos à Maria que escrevesse para nós um texto a respeito dessa sua pesquisa, para que pudéssemos aproveitar a oportunidade dessa nossa Mostra Histórica que está sendo levada a tantos diferentes locais em nosso país, para divulgar a terminologia científica que explica melhor o nosso instrumento de trabalho e sua ação.
Segue, na íntegra, o texto que ela gentilmente nos ofereceu:

“Acreditar” ou “Conhecer”?

Nos primórdios da Terapia Floral nós Terapeutas Florais, devido à novidade representada por este novo campo do conhecimento e à imaturidade deste novo espaço de exercício profissional, aceitamos uma identificação com o território das “crendices”, e era fácil se ouvir dizer “Eu acredito em Floral”.
Hoje, com a conquista de uma maior reflexão, experiência e pesquisas, e contando com os avanços na Filosofia da Ciência contemporânea, sobretudo à partir dos anos 90, podemos dizer:  “Eu conheço as Essências Florais” (ao invés de dizer “eu acredito”).

“Essência Vibracional”: será este um conceito que serve para descrever os florais?

Até ontem, costumávamos chamar os florais de essências vibracionais. Isso se deveu ao fato de que o Dr Bach utilizou uma vez o termo “vibrações” em um dos seus textos. Mas o mestre Bach, quando usava o termo “vibrações”, estava falando poéticamente, se referindo, na realidade, às emanações espirituais da flor.
“Vibracional” se refere a algo que pode “vibrar”, e o conceito de vibração está intrinsecamente ligado à matéria. No dicionário, quando procuramos pelo termo “vibrar” ou por “vibração”, encontramos definições como “tremor, oscilação, agitar, fazer soar, estremecer”. Definitivamente, não podemos continuar a usar o termo essências vibracionais quando falamos das essências florais!

Frequências: porque este termo, tão usado, também não nos serve

Muitas vezes usamos também o termo “frequência” para definir aquilo que seriam as emanações das essências florais.
“Frequência” é um termo utilizado pela física para indicar o número de vezes que qualquer fenômeno periódico se repete, num espaço de tempo determinado. Isso pode ser medido e indicado graficamente como ondas. Podemos medir a demonstrar graficamente a frequência de várias formas de energia, como a energia cinética, a elétrica, a eletromagnética, etc.
É claro que as essências florais têm energia, e emitem vibrações de determinadas frequências.
Mas isso não é o que elas realmente são, pois enquanto falamos de energia, de vibração e de frequência, ainda estamos distantes da verdadeira definição ou conceituação das essências florais, e de como elas interferem em nossas vidas interiores.

Enfatizando a necessidade de uma clara compreensão

Como nos lembrou a Maria Grillo, em sua carta para esse evento: “Em um de seus textos, o nosso querido Dr. Bach afirma que, para aniquilar uma nova idéia, não é necessário combatê-la, basta distorcê-la.”

Matéria, Energia e Consciência: princípios da realidade da qual somos parte

Maria, em sua ânsia por explicações mais condizentes com os efeitos observados pelo uso das essências florais, foi buscar na filosofia da ciência contemporânea os estudos de David Chalmers (matemático e filósofo, professor da Australian National University). São pesquisas que nos levam para além da dualidade matéria/energia.
Segundo Chalmers os elementos básicos que compõem nossa realidade são: MATÉRIA – ENERGIA – CONSCIÊNCIA, formando uma estrutura trina para explicar a realidade do mundo e de seus fenômenos.
Maria Grillo nos diz em seu texto: “De acordo com David Chalmers trata-se então de considerar a realidade como um complexo tecido de eventos onde estes três elementos, matéria/energia/consciência, se inter-relacionam, e se interpenetram, sem com isto perderem sua identidade.
Matéria, Energia e Consciência combinam-se em infinitas probabilidades de interconexões, vínculos e alternâncias, determinando assim a textura do todo.  Esta ponte permite preenchermos, na ciência contemporânea, a lacuna gerada pela impossibilidade de explicar a consciência e seus relacionamentos com a realidade material.”

Campos Mórficos, e como nos ajudam a compreender as Essências Florais

Para completar seus estudos e nos oferecer uma visão mais plena sobre a ação das essências florais, além de pesquisar os trabalhos de Chalmers, Maria Grillo foi buscar na biologia os estudos de Rupert Sheldrake, do final da década de 80, a respeito de Campos de Mórficos e Ressonância Mórfica.
Para Rupert Sheldrake “Campos” não são energia, nem matéria, mas são “entidades auto-organizadoras”. E esta característica é pertinente ao que Chalmers chama de consciência.
Ressonância mórfica é a forma pela qual os Campos, que podemos então chamar de Campos de Consciência, trocam informações entre si.
Quando há troca de informação entre Campos não há transferência de energia ou de matéria, mas após o estabelecimento da comunicação entre os campos, podem ocorrer mudanças na qualidade da energia e da matéria também.

Essências Florais como Campos de Consciência, que carregam Informação

De acordo com a pequisa de Maria Grillo, podemos dizer então que uma essência floral é um “campo de consciência” que carrega em si informações e que ao entrar em contato conosco, inicia um processo de ressonância mórfica acordando, intensificando, fortalecendo ou facilitando os caminhos de expressão de tal qualidade que nossa alma guarda.
Voltando ao texto original da Maria Grillo, ela nos diz:
“Uma miríade de Campos podem se interpenetrar, mobilizando ressonâncias múltiplas e configurando então estruturas de enorme complexidade, como encontraremos nos vários eco-sistemas da mãe natureza ou naquilo que podemos chamar do grande Campo Consciencial de um Ser Humano.”

Essências Florais: Informação que Redesperta a Consciência

Trazendo uma metáfora, que resume e simplifica essas novas noções, podemos pensar num CD de música como sendo uma essência floral. À medida que a música toca, ondas de frequências sonoras vibram através do ar, que tocam e impressionam nosso sistema auditivo periférico e central. Mas é a informação contida no CD, ou seja, no nosso caso aqui a música contida no CD, que nos toca a alma, nos eleva o espírito e torna o nosso dia melhor.
Os florais emitem sim frequências que podem ser medidas pelos instrumentos da física, mas assim como não podemos dizer que os florais são a água, o brandy ou mesmo o vidrinho, também não podemos dizer que florais são freqüências de energia ou vibração.

Resgate do Livre Arbítrio para expressar no mundo o melhor de nós mesmos

Nos apoiando nessa pesquisa de Maria Grillo, podemos dizer que essências florais são Campos de Consciência.
À medida que essas informações, ou campos de consciência, ou seja: as essências florais, entram em ressonância mórfica com os aspectos mais elevados em nossa alma, isso aciona como que um “download” dessas nossas próprias qualidades, que se tornam então disponíveis para nós, aqui na dimensão da personalidade.
Dessa forma, resgatamos o livre arbítrio em seu sentido mais profundo, podendo escolher, a cada momento, expressar no mundo a melhor versão de nós mesmos, ou seja, o nosso EU mais elevado.

Fonte:

Musicoterapia equilibra o organismo

Estudos comprovam os efeitos da musicoterapia na recuperação de doentes

As músicas, quando bem selecionadas pelo terapeuta, liberam endorfina, nosso analgésico natural

Alguns sons, quando bem indicados, são capazes de ajudar a mente e o corpo a se reerguer em meio a uma doença. Uma revisão assinada pela Universidade Drexel, nos Estados Unidos, atesta que sessões de musicoterapia melhoram o humor, a ansiedade e o controle sobre a dor em pessoas com câncer. Já especialistas da Universidade da Dakota do Norte, também em terra americana, notaram seu potencial na reabilitação de pacientes com derrame. E em Taiwan se observou que a técnica eleva a qualidade de vida de quem passa por tratamento contra a insuficiência renal. "Ela interfere em áreas do cérebro ligadas à depressão, ao prazer e à resposta à dor", justifica Maristela Smith, coordenadora dos cursos de musicoterapia das Faculdades Metropolitanas Unidas, em São Paulo.

Alívio pelo som

Como a musicoterapia equilibra o organismo...

Efeito sobre o cérebro
A música ativa diversas regiões da massa cinzenta, como o hipotálamo, que regula a temperatura, o apetite e o estado de ânimo, bem como o tálamo, que interpreta os sentidos, e o hipocampo, que guarda a memória. Ainda atua nos lóbulos parietal, temporal e frontal, estimulando funções cognitivas.

A sensação de bem-estar
As melodias, quando bem selecionadas pelo terapeuta, tiram o foco do problema, acionam neurotransmissores relacionados ao prazer e ainda promovem a liberação de endorfina, nosso analgésico natural.

Relaxamento total
A musicoterapia propicia uma quebra na tensão muscular que domina o corpo de quem vive ansioso ou deprimido com alguma situação ou doença. Assim, o indivíduo se sente mais disposto a seguir em frente e aceitar todo o tratamento.

Coração mais plácido
O método trabalha o ritmo da respiração, tornando-o mais cadenciado, e equilibra os batimentos cardíacos. Tudo isso auxilia a controlar o estresse que se abate sobre o organismo e incentiva a recuperação. 

Desperte os sete chacras que existem no corpo com rituais fáceis de realizar

Aprenda os cheiros, pedras e cores que atuam nos chacras

Mulher faz massagem na testa
Aromaterapia e pedras ajudam a estimular os chacras
Quando funcionam de forma harmoniosa, os sete centros energéticos distribuídos ao longo do nosso corpo garantem saúde física, emocional, mental e espiritual. Descubra as características associadas a cada um e o que você pode fazer para que eles trabalhem com força total:
Chacra da raiz, ou muladhara (em sânscrito, mula = raiz; adhara = base)Situado na base da coluna, entre o ânus e os órgãos genitais. "Quando ele está saudável, a pessoa torna-se dinâmica, ativa e segura de si", afirma a especialista Maísa Misiara. Esse ponto luminoso nos recupera rapidamente de situações relacionadas ao estresse e afasta o envelhecimento precoce. Uma vez debilitado, é capaz de provocar insegurança e baixar a autoestima. Para acalmar esse centro energético, aplique uma ou duas gotas de óleo essencial de cedro, manjerona ou lavanda, diluídas em óleo vegetal ou álcool, na base do crânio ou em cima do chacra. "Se a intenção é estimulá-lo use alecrim, manjericão, pinho ou patchuli", indica a aromaterapeuta Alícia Goiriz.
Chacra umbilical, ou swadhisthana (em sânscrito, morada do Sol)Localizado na região do baixo-ventre, quatro dedos abaixo do umbigo, rege o inconsciente coletivo, a expressão da energia sexual, a satisfação dos prazeres, a criatividade e a procriação. No plano físico, comanda os líquidos corporais - como a menstruação, o sangue, o esperma e as lágrimas - e os sistemas digestivo e reprodutivo. Em desequilíbrio, pode levar à depressão, à dependência emocional e a problemas renais, intestinais, circulatórios e de reprodução. Hiperativo, estimula demais a sexualidade. Para equilibrá-lo, mentalize a cor laranja na área do chacra. As pedras podem auxiliar nesse processo - use âmbar ou olho-de-tigre. Camomila, tangerina ou lavanda são ideais para tranquilizar esse centro energético. Para ativá-lo, vá de hortelã, alecrim, jasmim ou ilangue-ilangue. A aplicação dos óleos essenciais deve ser feita em cima do chacra ou no espaço situado entre as sobrancelhas.
Chacra do plexo solar, ou manipura (em sânscrito, cidade da joia)Considerado o centro de poder do corpo, pois governa a vitalidade, a energia e os impulsos, esse chacra fica na altura do umbigo. Também está relacionado à assimilação das emoções, ao egocentrismo, ao apego, aos desejos e às ambições. No nível físico, está ligado ao pâncreas e, quando enfraquecido, pode facilitar o surgimento de azia, má digestão, úlcera e diabetes. Já no campo psíquico causa submissão e baixa autoestima. Quando muito estimulado, traz agitação. Ilumine a região localizada acima da cintura com a cor amarelo-ouro. A terapeuta de cristais Miriam Carvalho indica a utilização de citrino natural e topázio imperial. Espalhe, na base do crânio ou sobre o chacra uma ou duas gotinhas de óleo essencial de manjericão, verbena ou limão para acalmá-lo. Se a intenção for ativá-lo, opte por cravo, bergamota, patchuli ou pinho.
Chacra cardíaco, ou anahata (em sânscrito, centro do som inviolado)Localizado no meio do peito, na altura da linha dos mamilos, é associado ao timo, ao coração e aos pulmões. Sua função é assegurar a imunidade. Esse chacra favorece a inteligência emocional e o desenvolvimento da capacidade de amar, perdoar e nutrir a compaixão. Bloqueado, pode causar tristeza, solidão e medos. No campo físico, pode provocar doenças respiratórias e cardíacas. Hiperativado, faz com que a pessoa busque atenção e afeto a qualquer custo. Para equilibrá-lo, visualize tons de verde ou rosa na altura do coração. Pedras recomendadas para ajudar na mentalização: esmeralda, quartzo verde ou rosa, turmalina melancia, que mescla as cores verde e rosa ou vermelha no centro, ou a pedra-da-lua, que é translúcida. Posicione-as em cima do chacra. De acordo com a especialista Alícia Goiriz, os óleos essenciais de sândalo, melissa ou manjerona são perfeitos para acalmar a energia no chacra do coração; já os de pinheiro, eucalipto, rosa e jasmim podem estimulá-lo.
Chacra laríngeo, ou vishuddhi (em sânscrito, purificação)Localizado na região da garganta, esse chacra está associado à capacidade de comunicação dos pensamentos e sentimentos, ao desenvolvimento da generosidade e à evocação espiritual. Se desequilibrado, do ponto de vista físico, pode causar rouquidão e otite, e no nível psíquico, sensação de falência no poder de se expressar, introversão, apatia, tristeza e incapacidade de reconhecer as próprias necessidades. Muito estimulado, deixa o indivíduo crítico. Para equilibrá-lo, mentalize uma faixa azul-celeste envolvendo seu pescoço. Utilize quartzo azul, água-marinha, turquesa ou amazonita para ajudar no procedimento. Lavanda, camomila, cedro e manjerona são os aromas que conseguem suavizar o chacra laríngeo. Para ativá-lo, selecione hortelã, vetiver, gerânio ou patchuli. Aplique as gotas nas têmporas ou sobre a região da tireoide.
Chacra frontal, ou ajna (em sânscrito, comando)Situado na base do nariz, no espaço entre as sobrancelhas, é a morada da intuição, do discernimento, da sabedoria e das atividades intelectuais. No corpo físico, governa o cérebro, a visão, as funções da hipófise e todo o equilíbrio fisiológico. Quando se encontra em harmonia, traz clareza e criatividade. Sem energia, estimula a confusão mental, o ceticismo e o medo do futuro; também pode desencadear enxaqueca e sinusite. Superativado, faz brotarem a arrogância e as obsessões. Para equilibrá-lo, imagine uma luz azul-índigo vibrando na região do chacra. Para reforçar a mentalização, utilize pedras como lápis-lazúli, azurita ou safira azul. Para acalmar o chacra frontal, escolha cedro ou lavanda. Para ativá-lo, gerânio, rosa, patchuli, alecrim ou cipreste são recomendados. Aplique as gotinhas nas têmporas ou na área do chacra.
Chacra da coroa, ou sahasrara (em sânscrito, mil vezes maior)É além do topo da cabeça que se encontra o último chacra. No campo físico, está sutilmente relacionado ao funcionamento do cérebro e à glândula pineal. Aqui reside a realização espiritual e a essência do ser. Desenvolvido, proporciona o despertar da consciência plena e a comunhão com o divino. Em desequilíbrio, nos afasta do sentido espiritual da vida. Demasiadamente ativado, revela prepotência, arrogância e medo da morte. Para acessá-lo, imagine uma coroa nas cores violeta, branca ou dourada. Tenha perto cristal de quartzo, diamante ou ametista. Aromas capazes de estimular a energia do último chacra: alecrim, bergamota, hortelã, gerânio, jasmim e rosa. Para acalmá-lo, lavanda, olíbano ou mirra.

8 passos para se libertar da culpa


Quer ficar de bem com você mesma? Siga oito passos para se libertar da culpa de vez!

culpa
Saiba exatamente como se sente em relação a determinada experiência dolorosa

Ruminar erros passados, cobrar-se excessivamente por resultados melhores e culpar-se - até pelo inevitável - torna a vida cinza e pesada.
Siga oito passos para se libertar de vez da culpa e volte a ser feliz consigo mesma! 

1. Em vez de viver se culpando pelo que deu errado, coloque sua energia na busca por outro modo de realizar determinada tarefa ou acertar um mal-entendido.

2. Saiba exatamente como se sente em relação a determinada experiência dolorosa e, em seguida, compartilhe esse sentimento com alguém de confiança, um amigo ou seu terapeuta.

3. Faça um pacto consigo mesma de fazer o que for preciso para se sentir melhor. O perdão é algo que diz respeito tão-somente a você e a mais ninguém.

4. O autoperdão ajuda a cicatrizar velhas feridas, mas é preciso entender que seu sofrimento vem de pensamentos cultivados hoje, portanto, mude o foco.

5. No momento em que se sentir magoada ou triste consigo mesma, faça uma atividade positiva, que lhe traga prazer.

6. Pare de esperar que os outros mudem seu comportamento e o modo de tratá-la. Sua felicidade depende exclusivamente de suas ações e atitudes.

7. Lembre-se de que uma vida feliz e bem vivida é sua melhor vingança. O autoperdão aumenta seu poder pessoal.

8. Pare de se lembrar do que perdeu e de como sofreu, passe a se lembrar de como deu a volta por cima e como se sente mais forte hoje.

Aromaterapia promove saúde e bem-estar por meio dos cheiros

A aromaterapia é uma técnica que estimula a saúde e o bem-estar através do uso de óleos essenciais. Saiba mais sobre esse tratamento natural e viva melhor consigo mesma


Relaxe com o auxílio do aroma dos óleos essenciais

Estimular a energia interior e as emoções, por meio do aroma de óleos essenciais, para alcançar o bem-estar pleno e a cura de doenças: esse é o princípio da aromaterapia. Em meio à correria do dia a dia, sentir o cheiro de flores, folhas e raízes pode ser um ótimo remédio para o estado de espírito e também para a saúde. Eles são capazes de proporcionar relaxamento, tranquilidade, excitação e alegria; além de amenizar males como bronquite, menopausa, TPM, problemas de circulação e disfunção renal.
"Cada cheiro estimula o cérebro a produzir um tipo de substância, que pode ser energizante, relaxante, afrodisíaca... A lavanda e a laranja doce, por exemplo, afastam a ansiedade", orienta o especialista em aromas Fernando Amaral. E para fazer uso dessa técnica milenar vale lançar mão de banhos relaxantes, massagens revigorantes, difusores de ambiente e ingestão de água e chá. O segredo, na verdade, está no aroma escolhido.

6 essências poderosas

1. LavandaAjuda a relaxar, combate a insônia e alivia o estresse.

2. AlecrimMelhora a memória e é um antidepressivo natural.

3. CitronelaÉ um estimulante mental, que desperta a imaginação.

4. HortelãDiminui dores de cabeça e clareia os pensamentos.

5. CedroUsada para aliviar vários problemas respiratórios.

6. BergamotaÉ analgésico, antidepressivo e cicatrizante.