“Nada é. Tudo está.”

11/08/2012

Reduza os sintomas da menopausa com alimentos certos

Mude alguns costumes alimentares para equilibrar o seu organismo
Semente de girassol é aliado na redução dos danos da menopausa
Mal-estar, alterações de humor, lapsos de memória, insônia, dores de cabeça, ondas de calor Quem está passando pela menopausa sofre com esses sintomas desagradáveis. Para diminuir os efeitos, algumas mulheres precisam recorrer a tratamentos hormonais, mas mudar os hábitos de alimentação pode tornar as coisas mais fáceis.

Elimine as suas dúvidas sobre o climatério e tenha uma relação tranquila com a sua maturidade. 

1. Quando começa a menopausa? 
Em geral, se inicia entre 48 e 52 anos. Em algumas mulheres a menstruação simplesmente desaparece. Em outras, há o encurtamento ou o alongamento dos ciclos menstruais. Podem surgir também períodos sem menstruação antes do desaparecimento definitivo. 

2. Quais são os tratamentos mais indicados? 
Depende dos sintomas da mulher e da qualidade de vida que ela tem. Alguns dos tratamentos indicados são a terapia de reposição hormonal (TRH), os antidepressivos ou outros medicamentos que aliviem os sintomas em cada caso. 

3. Terei problemas caso decida não fazer a reposição hormonal? 
Não. A reposição não é obrigatória. É apenas uma maneira de amenizar os sintomas do climatério. Mas há mulheres que entram na menopausa sem sentir nada — especialmente aquelas que se exercitam ou que tiveram uma alimentação saudável durante a vida. Nesses casos, o próprio organismo equilibra os hormônios do corpo. 

4. A reposição vai me fazer engordar? 
Depende. Na maioria dos estudos já feitos, não se comprovou que a terapia de reposição hormonal (TRH) está ligada ao aumento do peso, a não ser em mulheres com tendência a engordar. Porém, os hormônios ingeridos podem fazer a mulher ganhar uns quilinhos, porque aumentam a quantidade de açúcar que vai para o sangue. 

5. Meu desejo sexual vai voltar com a TRH? 
Sim. E ela combate também os sintomas da menopausa que prejudicam a região genital: mucosa vaginal mais fina, menos elástica e com pouca lubrificação. Mas fique atenta: a perda de libido pode estar ligada a problemas emocionais. 

6. A menstruação volta com o uso de hormônios? 
Em certas mulheres há um sangramento periódico, parecido com menstruação, mas sem ovulação. 

7. Pode haver gravidez no climatério? 
Nesse período a fertilidade cai, e a chance de engravidar é bem menor. Mas não é impossível. Não abandone os métodos anticoncepcionais logo que o climatério chegar! Após um ano de menopausa confirmada, esse risco não existe mais. 

8. A menopausa causa doenças? 
Sim. A osteoporose é um sério problema que surge nessa fase. Ela torna os ossos mais porosos e frágeis, por causa da perda de hormônios femininos. Para combatê-la, tome mais leite e derivados, que contêm cálcio. E coma vegetais verde-escuros. 

9. O que significa menopausa precoce? 
É quando os ovários param de funcionar em mulheres com menos de 40 anos. As causas ainda são desconhecidas, mas essas mulheres devem fazer reposição hormonal. 

10. Com o tempo, as ondas de calor vão acabar? 
Sim. Elas diminuem e, em geral, desaparecem dois anos depois da última menstruação.


 Reduza sintomas da menopausa com os alimentos certos

"O ideal é não esperar até a meia-idade para adotar uma alimentação equilibrada. A partir dos 30 anos, comece a cuidar melhor do cardápio e procure comer alimentos que ajudam no equilíbrio hormonal", diz Karine Daud, nutricionista da Equilibrium Consultoria em Nutrição.


Os níveis de estrogênio e progesterona, os hormônios femininos, diminuem durante a menopausa - o que contribui para as oscilações de humor. Para evitar a depressão, a irritabilidade e a ansiedade, consuma: aveia, pão, massa e cereais integrais; banana e abacate e verduras de folhas verdes; castanha-do-pará; chocolate amargo; erva-cidreira (beba o chá ou acrescente folhas aos pratos feitos com carne e peixe); frango; inhame; lentilha; manjericão (inclua folhas em massas, pizzas e saladas); óleo de nozes e de sementes; e peixes gordos (sardinha, salmão e cavala)

Alimentos ricos em ômega-3, fibras e lignana protegem contra doenças cardíacas, mantêm a saúde do intestino e aliviam as ondas de calor típicas da menopausa. Consuma: arroz integral; aveia; brócolis; couve-flor; linhaça (uma ou duas colheres de sopa em salada, iogurte e cereal); molho de tomate; pão de soja; repolho; e sementes de gergelim e girassol.

O cálcio é importante para as pessoas em qualquer idade, mas torna-se fundamental durante a menopausa, já que nessa fase o risco de osteoporose aumenta bastante. Vitamina D e magnésio também são nutrientes que auxiliam o equilíbrio hormonal. Consuma: amêndoas; folhas de mostarda; leite e derivados (opte pelo desnatado ou semidesnatado); levedura de cerveja; soja; peixes, como salmão e sardinha; queijo de soja (tofu); sorvete (escolha aqueles com menos gordura); e suco de laranja.

Além de diminuir as ondas de calor, estes alimentos ajudam a manter uma boa lubrificação vaginal: avelãs; gema de ovo; nozes (apenas um punhado por dia); óleo de linhaça, de girassol e de milho; e sementes de abóbora e de girassol (duas colheres de sopa por dia, no máximo).


Fonte: www.mdemulher.com.br

Potente gengibre: ele ajuda a emagrecer, retarda o envelhecimento e previne o câncer

Se você costuma consumi-lo só no quentão ou na culinária japonesa, melhor rever os seus hábitos. Além de ajudar a emagrecer e prevenir o envelhecimento, ele evita o câncer. Que tal incluir essa planta no seu menu diário?



Ao contrário do que muitos imaginam, o gengibre não é uma raiz, mas sim um rizoma (um tubérculo como a batata) com caules retorcidos. Rico em propriedades medicinais, ele é utilizado há mais de 3 mil anos como remédio para diversos males. "O gengibre é fonte de vitamina B6, cobre, magnésio e potássio. Por ser antioxidante, aumenta a imunidade, previne o câncer e ainda embeleza a pele e o cabelo", afirma a nutróloga Cristiane Coelho. Uma pesquisa do Instituto Hormel, da Universidade de Minnesota (EUA), concluiu que o gingerol - composto que dá sabor picante ao gengibre - retarda o crescimento de tumores no intestino. Essa planta de origem asiática também é antisséptica. Não à toa, é a estrela da culinária japonesa: "Ela é usada para neutralizar o paladar entre dois pratos", explica Cristiane.

Receita de vovó
Chá de gengibre é um ótimo descongestionante quando se está gripado. "Combate as doenças das vias respiratórias e da garganta por seu efeito antisséptico e anti-inflamatório", diz a nutróloga. É por isso que quem usa a voz para trabalhar, como os professores, costuma consumir balas e xaropes de gengibre. Mas os poderes vão além: uma substância chamada cineol (usada em fórmulas fitoterápicas) facilita a digestão e dá fim às náuseas, pois ativa a produção da secreção gástrica.

Agente detox
Acrescente uma colher (chá) de gengibre ralado em suas refeições diárias e note o número do seu manequim diminuir! "Ele é um alimento termogênico, ou seja, aumenta a temperatura do corpo, mantém o metabolismo acelerado e eleva a queima de gordura", garante Cristiane. Mais: como é rico em antioxidantes, combate os radicais livres e deixa a pele livre de rugas. "Para potencializar o efeito desintoxicante, consuma com alho e cebola."


Use com moderação
O consumo do gengibre tem contraindicação para quem é hipertenso ou tem problemas estomacais, como gastrite e úlcera. "Consulte sempre o seu médico, mesmo que não haja estudos conclusivos sobre o mal que sua acidez pode causar", avisa a especialista.


Do bom e do melhor
Na hora da compra, escolha um gengibre com a pele lisinha - assim você tem a certeza de que ele não está fibroso. Descarte os pedaços enrugados, sem cor e com as pontas mofadas: quando começam a envelhecer, ficam com o gosto mais forte e ardido. Guardado na parte de baixo da geladeira, dentro de um saquinho de papel (como o de pão), o gengibre permanece fresco por várias semanas.

Fonte: www.mdemulher.com.br

Produtos Artesanais Essência Shambhala


AROMATIZADORES TERAPÊUTICOS (spray e com varetas)

Energia Cósmica - Ajuda a aliviar o estresse, renova as energias despertando ânimo e entusiasmo.

Geometria Cósmica - Inspira harmonia e criatividade. Atrai também prosperidade e abundância em todos os níveis.

Orações Elevadas - Atua no nível emocional. Desperta amor em nosso coração, ajudando a dissipar mágoas. Traz alegria e conforto.

Paz Cósmica - Aulixia na pratica de meditação e inspira paz interior. Dissipa as disputas, acalmando os ânimos.

Proteção Cósmica - Restaura e purifica a vibração do campo energético e ambiente, emanando proteção. Atua como um escudo que repele a energia negativa.

Purificação Cósmica - Promove limpeza profunda de ambientes e dos corpos físico, emocional, mental e energético. Transmuta energias negativas, proporcionando a harmonia.

Ser Cósmico - Atua como um elo que nos conecta a nossa essência. Facilita o entendimento, o perdão, a integração com o nosso Eu, nossa família e grupo.

Tranquilidade Cósmica - Traz equilíbrio nos estados de mau humor, raiva, impaciência e intolerância. Atua como calmante.

Serenidade Cósmica - Enriquecido com hidrolato e óleo essencial de lavanda, conhecida pelas suas propriedades calmantes, traz serenidade, paz e harmonia. Ótimo em estados de insônia, nervosismo, integra nosso Eu com nosso Anjo Guardião. Bom para acalmar bebês recém nascidos, que ainda encontram-se em fase de adaptação a nova vida.

Espiritualidade Cósmica – Traz à força e a Proteção do Grande Pai Universal, sagrado, apoiador e fortalecedor.

CREME PARA MÃOS E PÉS
Hidratação profunda com chá verde

CREME DE LAVANDATextura perfeita. Enriquecido com hidrolato e óleo essencial de lavanda, conhecida pelas suas propriedades calmante, antissépticas, purificantes e antiinflamatórias. Indicado para picadas de insetos, queimaduras, assaduras, hidratação em áreas de pele ressecada, alergias com coceira e hidratante para o rosto.

CREME TERAPÊUTICO  -  Para dores musculares, contraturas, luxações. Propriedades: antiinflamatório, anti-reumático.

SABONETE ARTESANAL
7 Ervas - Promove limpeza profunda dos corpos físico, emocional, mental e energético. Transmuta energias negativas, proporcionando a harmonia.
Aveia – Para peles secas, desidratadas e cansadas.
Argila – Esfoliante, desintoxicante, adstringente e refrescante.
Outros sabonetes: Rosa, Cheiro de bebe, Morango com Champagne, Erva Doce, Hortelã, Alecrim, Camomila, Ervas, Algas, Cha verde, Cítrico

SABONETES MEDICINAIS

Acne – Para peles oleosas e acneicas.
Íntimo – Sabonete antibactericida para mulheres.

DESODORANTE NATURAL – Sem antiperspirante (causador de câncer de mama), pode ser usado em adolescentes.
Masculino Aroma de Patchouli
Feminino Aroma Floral

SAIS DE BANHO – Os banhos ajudam muito em nossa defesa espiritual, mas devem ser procedidos de uma força interior, que é à base de nosso sucesso na vida: Fé em nós mesmo

Rosa: Clareia a mente, eleva a sexualidade e o afeto sensual.
Lavanda: Levanta o ânimo e afasta o medo e a insegurança.
Canela: Dinheiro, riqueza, abundância, bons fluidos, paz e energias positivas
7 Ervas: Aumenta nossos 7 poderes: sabedoria, força, amor, fortuna, justiça, bem estar e compreensão.
Arruda: Descarrego energético completo.
Alecrim: Transforma energia negativa em positiva.
Hortelã Pimenta: Energizante, refrescante e tonificante.
Verbena: para limpar e harmonizar ambientes.

Óleos para massagem – Somente com consulta terapêutica

Se você deseja conhecer mais sobre nossos produtos ou adquiri-los, contate-nos!
Telefone: (51) 9259-2005

Complementar ou alternativo?


Já que a medicina integrativa usa todas as terapias com comprovação científica em prol do bem-estar do paciente, seria ela uma medicina também alternativa?

A confusão com os termos é comum e, por isso, antes de prosseguirmos é importante fazermos duas definições. Definimos medicina alternativa como aquela que preconiza terapias que excluem o tratamento convencional. Por exemplo, o uso de um fitoterápico em substituição à quimioterapia para tratar um tumor. A medicina complementar por sua vez usa terapias e orientações médicas que, como o próprio nome enfatiza, são complementares ao tratamento convencional. No mesmo exemplo, seria o uso da acupuntura para diminuir as náuseas provocadas pela quimioterapia. E é nessa segunda definição que se enquadra a abordagem preconizada pela medicina integrativa.


O propósito é integrar. Juntos, médico e paciente traçam um plano de sobrevivência e busca de bem-estar, mesmo nos quadros mais graves. Para que isso seja possível, é necessário que o médico esteja apto para validar as práticas já trazidas pelo paciente, estimulando o diálogo e fornecendo dados científicos embasados para isso, abrindo espaço, inclusive, para discutir uma possível associação com o tratamento convencional. 

O entendimento principal é de que terapias que podem ser recomendadas são as que têm evidências de sua eficácia e segurança, como a prática de meditação. As que podem ser aceitas são aquelas com segurança comprovada por pesquisas, mas com eficácia ainda não indicada, por exemplo, sessões de shiatsu. Práticas comprovadamente perigosas e ineficazes, como a associação de alguns fitoterápicos, devem ser desencorajadas e suspensas.

Essa abertura é muito importante para que as opções complementares sejam usadas a favor dos pacientes, que em momentos de fragilidade tendem a aderir a tratamentos sem relatarem a seus médicos. Pesquisas mostram que boa parte dos pacientes oncológicos brasileiros usa práticas complementares ao tratamento convencional. Os dados são alinhados com os americanos - e provavelmente com os do resto do mundo ociental. Trabalho feito no Centro de Medicina Integrativa do Memorial Sloan Kettering Center, em Nova York, publicado na revista científica Oncologist revela que 69% a 80% dos pacientes com câncer usam fitoterápicos, suplementos vitamínicos, orientações nutricionais e acupuntura, entre outros. Cerca de 70% deles não relataram o uso aos seus médicos - inclusive pelo fato de eles não abordarem o tema em suas consultas.

A crescente busca por essas opções está relacionada à redução de efeitos colaterais das drogas, com a sensação de autocuidado e controle no tratamento, com a busca do aumento de bem-estar e qualidade de vida, maximizando a resposta do corpo ao tratamento. Sensações de medo, depressão e ansiedade também são mais bem trabalhadas com auxílio de terapias complementares. Além disso, doenças antes associadas à morte hoje são vivenciadas como crônicas, que nem por isso deixam de provocar incômodos ou limitações, e levam os pacientes a buscas que os ajudem a conviver melhor com seus sintomas.

Uma iniciativa interessante está em curso no Beth Israel Medical Center, em Nova York (EUA), patrocinada pela Fundação Dona Karan. Professores de ioga foram convocados para darem aulas para pacientes oncológicos e enfermeiras estão aprendendo técnicas de relaxamento. Os pacientes estão sendo acompanhados para que seja possível avaliar se a prática da ioga reduz sintomas clássicos do câncer e da quimioterapia, como dores, náusea e ansiedade. Experimentos e iniciativas do tipo estão sendo adotadas com sucesso e custos reduzidos em hospitais e unidades de saúde em várias partes do mundo. Em São Paulo mesmo, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) pesquisa há anos, com resultados bastante animadores, a influência da meditação e das técnicas de biofeedback em transtornos de ansiedade e distúrbios alimentares.

O Hospital Israelita Albert Einstein também tem levado a medicina integrativa a pacientes que convivem com o câncer. As ações do tipo têm sido chamadas de intervenções em estilo de vida.

Razões que estimulam pessoas com câncer a utilizar terapias complementares
  • Auxilio no tratamento dos efeitos colaterais aos tratamentos de câncer, como náusea, dor e fadiga
  • Obtenção de conforto e alívio das aflições decorrentes do tratamento, e conseqüente estresse
  • Sensação de estar fazendo "algo mais" por si mesmo
  • Tentativa de conseguir o melhor para o tratamento e a cura do câncer

Fazendo escolhas

É natural ao ser humano o desejo de lutar contra o câncer de todas as maneiras possíveis. Existe muita informação disponível, e novos métodos de tratamento do câncer estão sendo testados. Em conseqüência de tanta informação, torna-se difícil saber por onde começar. As terapias complementares não são totalmente eficazes para todos os pacientes, porém alguns métodos sempre serão úteis no manejo do estresse, náuseas, dores e outros sintomas ou efeitos colaterais.

Uma mensagem importante é que se procure sempre falar com o medico responsável ao iniciar qualquer nova pratica. Esta atitude irá assegurar que nada poderá interferir no direcionamento do tratamento proposto.

O que é medicina integrativa e complementar?



Medicina Integrativa
  • A Medicina Integrativa aborda de forma integral e completa o processo de cura do paciente, envolvendo sua mente, corpo e espírito. Ela combina a Medicina Convencional com as práticas de Medicina Complementares, que tenham se mostrado mais promissoras.
  • Por exemplo, usar conhecimentos de relaxamento para reduzir o estresse durante a quimioterapia.

Medicina Complementar

  • A Medicina Complementar é usada "em conjunto" com os tratamentos médicos convencionais.
  • Um bom exemplo é a utilização da acupuntura no alívio dos efeitos colaterais causados pelo tratamento do câncer.

Medicina Alternativa

  • A medicina alternativa é usada "em substituição" aos tratamentos médicos convencionais.
  • Um exemplo é o uso de uma dieta especial para tratamento do câncer, em substituição a um método convencional sugerido pelo oncologista.
  • Ressaltamos que a utilização de terapias alternativas não é recomendada pelos praticantes de medicina integrativa, sobretudo em pacientes portadores de câncer.

Medicinas para mente e corpo

Baseadas na crença de que a mente é capaz de exercer influência sobre o corpo. Alguns exemplos são:
  • Meditação: focando na respiração e repetindo palavras ou frases para aquietar a mente
  • Hipnose: um estado de relaxamento no qual o paciente concentra seu foco de atenção em determinado sentimento ideia ou sugestão, para auxiliar o processo de cura
  • Yoga: sistema de posturas e alongamentos, que dedica especial atenção à respiração
  • Visualização: imaginando cenas, quadros ou experiências de prazer e felicidade para estimular a cura
  • Atividades criativas: como artes, música ou dança.

Práticas baseadas em biologia

Este tipo de medicina utiliza o que a natureza nos oferece, como por exemplo, suplementos vitamínicos e produtos fitoterápicos. Alguns exemplos são:
  • Vitaminas
  • Ervas
  • Alimentos
  • Dietas especiais
Uma observação a respeito de nutrição: é muito comum às pessoas com câncer terem dúvidas a respeito da alimentação durante o tratamento da doença. É importante saber que não existem alimentos ou dieta especial que tenha comprovada importância no controle do câncer. Grande quantidade de um mesmo alimento não irá ajudar, e poderá ser prejudicial. Devido às necessidades nutricionais específicas, o ideal é que o paciente consulte seu médico para obter a orientação correta do alimento que deverá ingerir.

Praticas de manipulação corporal



São técnicas baseadas no trabalho manual aplicado sobre uma ou mais partes do corpo. Alguns exemplos:
  • Massagem: manipulação dos vários tecidos do corpo humano usando as mãos e eventualmente algum aparelho especializado.
  • Shiatsu: é um tipo de manipulação corporal que utiliza pressão em pontos específicos do corpo, visando obter relaxamento e melhora do estado geral.

Terapias baseadas em energia

Esta medicina se baseia na crença de que o corpo humano possui campos energéticos e que a energia é parte vital do equilíbrio de nosso corpo. Alguns exemplos:
  • Tai Chi Chuan: envolve lentos e suaves movimentos corporais, com foco na respiração e concentração profunda.
  • Reiki: busca o equilíbrio de energia, tanto à distancia como em proximidade do paciente, através da postura de mãos.
  • Toque Terapêutico: o terapeuta movimenta as mãos sobre os campos energéticos do corpo.

Sistemas médicos tradicionais

Estes são sistemas de cura e crenças muito antigos provindos de diferentes culturas e lugares do mundo. Alguns exemplos:
  • Medicina ayurveda: provinda da Índia, esta medicina enfatiza o equilíbrio entre mente, corpo e espírito.
  • Medicina chinesa: baseada na crença de que a saúde é o resultado da perfeita harmonia de duas forças denominadas Yin e o Yang.
  • A acupuntura é uma prática comum da medicina chinesa, que envolve a estimulação de pontos específicos através de agulhas finíssimas, visando a melhora da saúde e a redução de sintomas e efeitos colaterais.
  • Homeopatia: utiliza doses extremamente pequenas de agentes e de seu substrato energético que estimulam o organismo a promover a autocura.

Fale com seu médico antes de utilizar a medicina integrativa

Alguns pacientes receiam que seu médico desaprove ou não compreenda o uso da medicina integrativa. Sabemos, porém, que os médicos aceitam e valorizam o desejo do paciente em participar ativamente do processo de cura. O médico sempre irá desejar o melhor para seu paciente, ansiando por fazer o trabalho em conjunto.
Fale com seu médico para assegurar-se de que todos os métodos escolhidos podem atuar em harmonia. Este posicionamento é importante porque escolhas que parecem seguras - como certos alimentos e fitoterápicos - podem interferir no tratamento proposto pelo médico responsável.
O que devo perguntar ao médico a respeito da medicina integrativa?
Quais as opções de medicina integrativa eficazes para:
  • Ajudar a enfrentar meu problema, reduzir o estresse e me sentir melhor?
  • Ajudar a me sentir menos cansada?
  • Ajudar a lidar com os sintomas do câncer como a dor, ou os efeitos colaterais do tratamento, como as náuseas?

Nem sempre o produto "natural" é um produto seguro

Alguns fatos importantes a respeito de suplementos dietéticos, como fitoterápicos e vitaminas.

Estes suplementos poderão afetar negativamente a eficácia da medicação convencional.

Plantas e alguns produtos à base de plantas podem alterar a eficácia dos remédios e quimioterápicos, não permitindo que eles desempenhem no organismo a função para a qual foram indicados. Tanto faz se estes remédios foram prescritos pelo médico, ou comprados diretamente das prateleiras de farmácias.
Por exemplo, a conhecida Erva de São João (Hypericum perforatum), que alguns pacientes com câncer utilizam para a depressão, pode alterar o efeito de certas drogas anticâncer, impedindo o resultado esperado do medicamento.

Ervas podem atuar como "drogas" no organismo.

Suplementos de ervas podem ser prejudiciais se ingeridos puros, misturados a outras substâncias ou ainda em doses inadequadas. Por exemplo, alguns estudos demonstram que a Kava-Kava (Piper methysticum), conhecida planta que é usada no controle do estresse e da ansiedade, pode causar dano ao fígado.

Vitaminas também podem causar danos ao organismo.

Altas doses de vitaminas, como por exemplo, vitamina C podem afetar o modo de atuação da quimioterapia e da radioterapia. Grandes doses de vitaminas não são seguras – até mesmo para pessoas saudáveis.
Informe ao médico se você faz uso de suplementos vitamínicos - não importa o quanto você imagina que sejam seguros. Esta é uma atitude muito sensata. Embora alguns aleguem que determinadas vitaminas vêm sendo usadas há muito tempo, dificilmente se obtém confirmações científicas que provem sua eficácia e segurança. É importante ser cauteloso.
Os suplementos não requerem aprovação governamental para sua comercialização. Da mesma forma a prescrição médica não é obrigatória. Portanto, o consumidor deve decidir o que é melhor para si.

O que devo perguntar ao terapeuta a respeito das terapias complementares?

  • Como a terapia poderá ajudar-me?
  • Você conhece estudos que comprovem sua atuação benéfica?
  • Quais são os riscos e efeitos colaterais?
  • Quanto tempo deve durar a terapia?
  • Qual será o custo?
  • Você tem material que eu possa ler para obter informações?
  • Existe alguma razão pela qual eu não deva usar esta técnica?

Opções de terapias integrativas contra o câncer

Instituições importantes no tratamento da doença criam serviços de massagem, reiki, acupuntura e dança, entre outras terapias

CLÁUDIO GATTI/AG. ISTOÉ
AUXÍLIO Cutait aplica reiki em Patrícia. Ela diz que o método a ajudou a lutar contra um tumor nos rins

Depois de anos de discussão sobre os danos e possíveis benefícios das terapias alternativas – agora também chamadas de complementares ou integrativas – na luta contra o câncer, médicos de algumas das mais avançadas instituições para o tratamento da doença finalmente abriram as portas a essas práticas. A prova mais evidente disso é o surgimento de serviços que ministram e ensinam a automassagem, ioga, dança e musicalização, entre outras terapias, no interior de instituições de referência, como M. D. Anderson, Danna Farber e Memorial Sloan-Kettering Center. Além disso, os métodos estão em mais de 30 universidades, entre elas Duke University, Stanford, Columbia e Harvard.
Agora, é a vez de o Brasil seguir esse modelo. Em São Paulo, o Hospital Albert Einstein lançou recentemente um programa nos mesmos moldes do M. D. Anderson. É a primeira grande instituição do País a criar um serviço de práticas complementares, que também sediará estudos em cooperação com o centro americano. “A maioria dos pacientes de câncer usa a medicina complementar ou tem interesse nela. Porém é sabido que alguns métodos podem ser prejudiciais. Criamos um serviço em que podem se informar sobre as evidências científicas e escolher, junto com seus médicos, as melhores terapias para cada caso”, explica o cirurgião Paulo de Tarso Lima, responsável pela área de medicina integrativa do Einstein. O programa é oferecido para pacientes que acabaram de receber o diagnóstico, que estão em tratamento ou já passaram por ele.

OFERTA No M. D. Anderson, pacientes contam com musicoterapia e acupuntura

A explicação para o acolhimento das técnicas complementares pelas instituições é a enorme demanda pelos métodos por parte dos pacientes e estudos controlados que mostram o sucesso de alguns deles. “Muitas técnicas podem ser úteis para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e suas respostas aos tratamentos clínicos”, explica o médico Lorenzo Cohen à ISTOE. Ele é o diretor do Programa de Medicina Integrativa do M. D. Anderson, que reúne 72 modalidades terapêuticas em um dos prédios da instituição, no Texas. “Queremos também assegurar que os pacientes sejam educados para fazer a integração apropriada dos métodos com o cuidado médico convencional. O objetivo é que eles ajudem e não atrapalhem a recuperação”, disse Cohen.
De fato, quando o processo é conduzido corretamente, os ganhos são evidentes. Desde que teve o diagnóstico de um tumor nos rins, a publicitária Patrícia Conte, 35 anos, submeteu-se a sessões de reiki – técnica que usa a imposição de mãos para transmissão de energia vital, segundo os adeptos. “Foi essencial para restaurar meu equilíbrio”, diz. O mestre em reiki Plínio Cutait, responsável pelas aplicações do método em Patrícia, cuida de pacientes com câncer há 15 anos. “O reiki não trata a doença, mas a pessoa”, afirma. “Pode promover relaxamento, desbloquear emoções, apaziguar a mente ou acelerar os processos regenerativos físicos e emocionais”, garante ele, que agora atende também dentro do Hospital Albert Einstein.

Fonte: Revista Isto É

10/08/2012

Os problemas mais comuns no sistema urinário


Conheça as causas, os sintomas, o tratamento e a prevenção de doenças típicas dos rins e da bexiga





Pedra no rim
O QUE É
Formações endurecidas nos rins ou nas vias urinárias por causa do acúmulo de cristais de sais na urina, como cálcio, fosfatos, oxalatos.

CAUSAS
Infecções urinárias, volume insuficiente de urina, distúrbios relacionados à eliminação de sais e vitamina D em excesso.

SINTOMAS
Dor intensa, com irritação e obstrução do canal urinário. Pode haver ainda palpitações, náuseas e vômitos.

TRATAMENTO
Contra a dor, analgésicos. Cálculos menores que 5 mm são eliminados sozinhos. Os maiores são bombardeados com ultra-som. Daí, às vezes, é preciso intervir para retirar fragmentos.

PREVENÇÃO
Pessoas propensas devem evitar o consumo excessivo de alimentos ricos em oxalatos, como café, chocolate, refrigerante à base de cola, entre outros.

Nefrite aguda
O QUE É
Inflamação dos tecidos dos rins causada por agentes infecciosos os mesmos que provocam amigdalite e sinusite, por exemplo.

CAUSAS
Pessoas predispostas geralmente têm o problema depois de uma infecção de garganta ou de pele.

SINTOMAS
O mais comum deles é a coloração diferente da urina, que fi ca bem mais escura.

TRATAMENTO
Além de antibióticos, usados em certos casos, são prescritos diuréticos para controlar a retenção de líquidos e assim reduzir a pressão arterial.

PREVENÇÃO
Não há um caminho específico ou 100% seguro. Vale manter a pele limpa e tomar todas as medidas para evitar outras infecções, como a de garganta.

Nefrite crônica
O QUE É
Lesões permanentes nos rins, que atrapalham seu funcionamento

CAUSAS
Infecções que não foram tratadas direito ou até mesmo o abuso de certos medicamentos.

SINTOMAS
Sangue na urina, pressão alta, inchaço nas pernas, perda de apetite.

TRATAMENTO
Dieta com restrição de proteínas, sal e potássio não cura, mas ajuda a não sobrecarregar ainda mais os rins.

PREVENÇÃO
Evitar remédios sem prescrição e fazer exames rotineiros para avaliar a saúde renal, impedindo que o mal avance.

Cisto renal simples
O QUE É
Pequenas bolhas cheias de líquido nos néfrons, as unidades filtrantes.

CAUSAS
Doença renal crônica, aumento da pressão arterial nos rins e da concentração de sais nos líquidos que banham os néfrons.

SINTOMAS
Não apresenta sinais, mas algumas pessoas podem ter dor se os cistos crescerem e comprimirem outros órgãos.

TRATAMENTO
Não há nada específico. Apenas é necessário acompanhamento médico periódico para evitar complicações, como cálculos e infecções.

PREVENÇÃO
Como os cistos estão diretamente ligados ao aumento da pressão, é preciso mantê-la sob controle.

Infecção urinária
O QUE É
Qualquer infecção no canal da urina.

CAUSAS
A presença de microorganismos, como bactérias, fungos e vírus no interior da uretra.

SINTOMAS
Dor ao urinar, febre, sangue no xixi e vontade freqüente e intensa de ir ao banheiro.

TRATAMENTO
Além de pedir que a pessoa tome mais líquido, o médico pode prescrever antibiótico, se a causa for uma bactéria.

PREVENÇÃO
Urinar antes de dormir e após as relações sexuais, e também evitar longos banhos de imersão, já que o contato com o meio líquido favorece a contaminação.

Mulheres e a cistite
As mulheres são mais vulneráveis à cistite, a infecção do trato urinário por razões anatômicas. Nelas, a uretra é bem mais curta do que nos homens, o que facilita o acesso de microorganismos. O tratamento deve ser rápido, evitando que a infecção avance até a área nobre dos rins.

Se você não bebeu água o suficiente em um dia, seus rins bloquearão o desejo de urinar. Tudo para evitar que seu corpo fique desidratado. Lindo. Mas isso tem um preço: o serviço de filtragem deixa de ser perfeito.

Por falar em beber água, não leve tão a sério a clássica recomendação dos 2 litros por dia, a menos que você tenha cálculo renal. Caso contrário, dê seus goles quando bater a vontade. A dica, porém, pode não valer para idosos, porque neles, por razões fisiológicas, a sede nem sempre dá as caras. Para evitar desidratação e manter os rins em ordem, eles devem se habituar a tomar água de vez em quando, com ou sem sede.
Fonte: Revista Saúde da Abril

Infecção urinária: perguntas e respostas


Especialistas esclarecem as principais dúvidas sobre o assunto


O que é infecção urinária? 
Ela é caracterizada pela a presença de micro-organismos na urina. O líquido que enche a bexiga é estéril - ou seja, livre de bactérias. Mas, quando esses bichinhos se multiplicam ao redor da uretra e conseguem se infiltrar no canal da urina até chegar à bexiga, desencadeiam uma infecção. "Em 85 % dos casos, o problema é provocado pela bactéria Escherichia coli, que integra a flora intestinal", ressalta Fernando Almeida, professor de urologia da Universidade Federal de São Paulo

Existem tipos diferentes? 
Sim. O mais comum é a infecção na bexiga, a famosa cistite. Mas os micro-organismos também podem atacar os rins, o que é chamado de pielonefrite. 

Quais são os sintomas? 
"Os clássicos são dor e ardor na hora de urinar", afirma Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Pode haver também um aumento da frequência de idas ao banheiro, sensação de bexiga cheia, sangramento ou um simples mal-estar acompanhado de febre. 

A doença é transmissível? 
"Definitivamente, não", assegura Fernando Almeida. Mas é mais comum que ela dê as caras depois de relações sexuais, porque o pH da região fica alterado. Entre mulheres que variam muito de parceiro, a incidência é comprovadamente maior. 

Por que esse tipo de infecção é mais frequente em mulheres? 
Elas têm o canal da uretra mais curto e, por isso, é mais fácil as bactérias chegarem aonde não devem. Além disso, elas costumam ter o péssimo hábito de segurar a urina por mais tempo que os homens - um prato cheio para as bactérias se proliferarem. 

Por que algumas pessoas têm o problema com mais frequência? Isso envolve fatores hereditários e imunológicos. A atenção com a higiene é essencial, mas a infecção pode aparecer mesmo em quem toma todo o cuidado do mundo. 

Por que as grávidas ficam mais sujeitas a esse tipo de infecção? Estima-se que de 15% a 20% das gestantes terão ao menos uma vez esse tipo de infecção. Isso acontece porque, durante esse período, o aumento da circulação sanguínea na região pélvica faz a umidade vaginal aumentar, facilitando a passagem das bactérias do ânus para a uretra. 

Os homens estão livres da doença? Não é bem assim. É verdade que esse é um problema tipicamente feminino, mas a infecção também acomete a ala masculina. 

Ela é mais frequente em pessoas idosas? Sim. "A resistência diminui com a idade e, no caso das mulheres, há uma queda de hormônios que deixam a região pélvica mais sensível", diz Eduardo Zlotnik. 

Existe alguma forma de prevenir? Segundo Zlotnik, a recomendação é beber muita água para que as idas ao banheiro não fiquem muito espaçadas. "Assim você vai limpando o trato urinário", explica. Urinar depois das relações sexuais e evitar banhos de imersão também ajudam.
Fonte: Revista Saúde da Abril