1. Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura.
Deixe que os médicos se preocupem com isso.
2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo.
(Lembre-se disto se for um desses depressivos!)
3. Aprenda sempre:
Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso.
'Uma mente preguiçosa é oficina do Alemão.' E o nome do Alemão é Alzheimer!
4. Aprecie mais as pequenas coisas
5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar.
E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele / ela!
6. Quando as lágrimas aparecerem
Aguente, sofra e ultrapasse.
A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios.
VIVA enquanto estiver vivo.
7. Rodeie-se das coisas que ama:
Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja.
O seu lar é o seu refugio.
8. Tome cuidado com a sua saúde:
Se é boa, mantenha-a.
Se é instável, melhore-a.
Se não consegue melhora-la , procure ajuda.
9. Não faça viagens de culpa. Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente, mas NÃO para onde haja culpa
10. Diga às pessoas que ama que as ama a cada oportunidade.
E, se não mandar isto a pelo menos quatro pessoas - quem é que se importa?
Serão apenas menos quatro pessoas que deixarão de sorrir ao ver uma mensagem sua.
Mas se puder pelo menos partilhe com alguém!
"As pessoas entram em nossa vida por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem."
“Nada é. Tudo está.”
19/09/2010
18/09/2010
“A História dos Viajantes”

Era uma vez, e sempre era uma vez, dezesseis viajantes que iniciaram uma jornada pela floresta.
No começo tudo foi bem, mas após uma certa distância, um deles, Agrimony, começou a preocupar-se e a pensar que poderiam não estar no caminho certo. Algum tempo depois, durante à tarde, conforme iam penetrando nas sombras da floresta, Mimulus começou a ficar com medo de que tivessem perdido a rota.
Quando o sol se pôs, a sombras aumentaram e os ruídos noturnos fizeram-se ouvir, e Rock Rose ficou aterrorizado e em estado de pânico. No meio da noite, quando tudo estava escuro, Gorse perdeu a esperança e disse: “Não posso prosseguir. Continuem vocês, mas eu ficarei aqui até que a morte alivie meu sofrimento".
Por outro lado, Oak, embora sentindo que tudo estava perdido e que nunca mais veriam a luz do sol, disse: "Lutarei até o fim" e falou isso impetuosamente.
Scleranthus tinha uma esperança, mas às vezes, sofria muito devido à incerteza e indecisão, primeiro querendo seguir um caminho e quase em seguida outro. Clematis prosseguia tranquila e pacientemente, preocupando-se apenas um pouco em se cairia no sono ou se sairia da floresta. Gentian, muito alegre na partida, caiu num estado de desalento e depressão.
Os outros viajantes nunca tiveram medo, queriam continuar, e à sua maneira, queriam muito ajudar seus companheiros.
Heather estava certo que conhecia o caminho e queria que todos o seguissem. Chicory não se importava com o final da jornada, mas era bastante solícito, procurando saber se seus companheiros estavam cansados ou tinham bastante comida. Cerato não confiava muito em seu próprio julgamento e queria experimentar todas as trilhas para ter certeza de que não estava errado. O meigo e pequeno Centaury queria tanto aliviar a tensão de todos, que estava pronto para carregar a bagagem de todo mundo. Infelizmente para o pequeno Centaury, ele geralmente carregava a carga daqueles mais capazes de suportá-la, porque eram os que pediam mais alto.
Rock Water, pressuroso para ajudar, deprimia um pouco o grupo porque criticava aquilo que achava que estavam fazendo de errado, mas, ele, Rock Water, conhecia o caminho. Vervain também deveria conhecer bem o caminho e, embora tivesse ficado ligeiramente confuso, seguiu em frente pelo único caminho que levava à saída da floresta. Impatiens também conhecia muito bem o caminho de casa, de modo que ficava impaciente com aqueles que andavam mais lentamente. Water Violet já tinha andado antes por aquele caminho e mostrava-se ligeiramente orgulhoso e um pouco desdenhoso sem que os outros compreendessem por que. Water Violet achava-os inferiores.
E no final todos conseguiram atravessar a floresta.
Agora eles trabalham como guias para outros viajantes que não fizeram a viagem antes, porque sabem que há um caminho e porque sabem que a escuridão da floresta é formada apenas pelas sombras da noite. Caminham como heróis destemidos e cada um dos dezesseis viajantes ensina, à sua maneira, a lição, o exemplo necessário.
Agrimony libertou-se de todas as preocupações e vive fazendo brincadeiras. Mimulus perdeu o medo. Rock Rose nos momentos mais negros é o retrato da calma e da serena coragem. Gorse, naquelas noites mais escuras, fala aos viajantes do progresso que farão quando o sol surgir pela manhã.
Oak resiste imperturbável ao vento mais forte; Scleranthus caminha com plena certeza; os olhos de Clematis estão fixos na alegria da chegada e nenhuma dificuldade ou revés pode desencorajar Gentian.
Heather aprendeu que cada viajante precisa seguir seu próprio caminho e tranqüilamente segue em frente, para mostrar que isso pode ser feito. Chicory, sempre querendo dar a mão, mas apenas quando lhe pedem, o faz muito calmamente. Cerato conhece muito bem os atalhos que levam a lugar nenhum e Centaury sempre busca aquele mais fraco, que acha muito pesada a sua carga.
Rock Water parou de acusar; passa o tempo todo encorajando. Vervain não faz mais sermões; apenas aponta o caminho silenciosamente. Impatiens parou de apressar e se coloca entre os últimos para manter seu passo. E Water Violet, mais parecido com um anjo do que com um homem, passa entre os companheiros como uma brisa morna ou um raio glorioso de sol, abençoando a todos.
Extraído do site: www.ahau.org
No começo tudo foi bem, mas após uma certa distância, um deles, Agrimony, começou a preocupar-se e a pensar que poderiam não estar no caminho certo. Algum tempo depois, durante à tarde, conforme iam penetrando nas sombras da floresta, Mimulus começou a ficar com medo de que tivessem perdido a rota.
Quando o sol se pôs, a sombras aumentaram e os ruídos noturnos fizeram-se ouvir, e Rock Rose ficou aterrorizado e em estado de pânico. No meio da noite, quando tudo estava escuro, Gorse perdeu a esperança e disse: “Não posso prosseguir. Continuem vocês, mas eu ficarei aqui até que a morte alivie meu sofrimento".
Por outro lado, Oak, embora sentindo que tudo estava perdido e que nunca mais veriam a luz do sol, disse: "Lutarei até o fim" e falou isso impetuosamente.
Scleranthus tinha uma esperança, mas às vezes, sofria muito devido à incerteza e indecisão, primeiro querendo seguir um caminho e quase em seguida outro. Clematis prosseguia tranquila e pacientemente, preocupando-se apenas um pouco em se cairia no sono ou se sairia da floresta. Gentian, muito alegre na partida, caiu num estado de desalento e depressão.
Os outros viajantes nunca tiveram medo, queriam continuar, e à sua maneira, queriam muito ajudar seus companheiros.
Heather estava certo que conhecia o caminho e queria que todos o seguissem. Chicory não se importava com o final da jornada, mas era bastante solícito, procurando saber se seus companheiros estavam cansados ou tinham bastante comida. Cerato não confiava muito em seu próprio julgamento e queria experimentar todas as trilhas para ter certeza de que não estava errado. O meigo e pequeno Centaury queria tanto aliviar a tensão de todos, que estava pronto para carregar a bagagem de todo mundo. Infelizmente para o pequeno Centaury, ele geralmente carregava a carga daqueles mais capazes de suportá-la, porque eram os que pediam mais alto.
Rock Water, pressuroso para ajudar, deprimia um pouco o grupo porque criticava aquilo que achava que estavam fazendo de errado, mas, ele, Rock Water, conhecia o caminho. Vervain também deveria conhecer bem o caminho e, embora tivesse ficado ligeiramente confuso, seguiu em frente pelo único caminho que levava à saída da floresta. Impatiens também conhecia muito bem o caminho de casa, de modo que ficava impaciente com aqueles que andavam mais lentamente. Water Violet já tinha andado antes por aquele caminho e mostrava-se ligeiramente orgulhoso e um pouco desdenhoso sem que os outros compreendessem por que. Water Violet achava-os inferiores.
E no final todos conseguiram atravessar a floresta.
Agora eles trabalham como guias para outros viajantes que não fizeram a viagem antes, porque sabem que há um caminho e porque sabem que a escuridão da floresta é formada apenas pelas sombras da noite. Caminham como heróis destemidos e cada um dos dezesseis viajantes ensina, à sua maneira, a lição, o exemplo necessário.
Agrimony libertou-se de todas as preocupações e vive fazendo brincadeiras. Mimulus perdeu o medo. Rock Rose nos momentos mais negros é o retrato da calma e da serena coragem. Gorse, naquelas noites mais escuras, fala aos viajantes do progresso que farão quando o sol surgir pela manhã.
Oak resiste imperturbável ao vento mais forte; Scleranthus caminha com plena certeza; os olhos de Clematis estão fixos na alegria da chegada e nenhuma dificuldade ou revés pode desencorajar Gentian.
Heather aprendeu que cada viajante precisa seguir seu próprio caminho e tranqüilamente segue em frente, para mostrar que isso pode ser feito. Chicory, sempre querendo dar a mão, mas apenas quando lhe pedem, o faz muito calmamente. Cerato conhece muito bem os atalhos que levam a lugar nenhum e Centaury sempre busca aquele mais fraco, que acha muito pesada a sua carga.
Rock Water parou de acusar; passa o tempo todo encorajando. Vervain não faz mais sermões; apenas aponta o caminho silenciosamente. Impatiens parou de apressar e se coloca entre os últimos para manter seu passo. E Water Violet, mais parecido com um anjo do que com um homem, passa entre os companheiros como uma brisa morna ou um raio glorioso de sol, abençoando a todos.
Extraído do site: www.ahau.org
17/09/2010
Dalai Lama

O que mais me surpreende na humanidade. "Os homens perdem a sua SÁUDE para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro. E vive como se nunca fossem morrer...e morrem como se nunca tivesse vivido"
Jesus, o Terapeuta.
Sempre que alguém me procura para tornar-se um terapeuta, insisto em informar o caráter ecológico, milenar, essencial, ético e libertário dessa escolha. Também aponto, principalmente a quem é um buscador, que este é o convite do Mestre Jesus: Seja um curador energético de corpo e alma. Jesus era um terapeuta e te pede sempre para compartilhar deste ideal. Digo que não só esse Mestre curava. A maior parte dos iluminados, vivos ou não, são terapeutas. Hoje alguns iluminados que conheço de uma forma ou outra são terapeutas: Dolano, Hahashya, Gangaji, Kiran, Satya Prem etc.
A palavra terapeuta, de origem grega, indica pessoas que curavam, geralmente com as mãos, numa abordagem holística, total e integral. A palavra terapeuta em aramaico significa saber e cuidar. Saber de si mesmo e cuidar do planeta e do próximo. O terapeuta leva paz ao cliente, daí o nome paz-ciente. Esta é a missão, isso é o que a existência espera do curador.
“E quando andares por terras estranhas cure os que estiverem feridos, pois o mal não é o que entra e sim o que sai da boca do homem”. (Jesus de Nazaré)
Os terapeutas, desde milênios, além de levarem a paz tinham um contato profundo com o paciente e estimulavam a sua própria capacidade de cura. Eram atenciosos, carinhosos e, provavelmente como você que lê esse texto, se dedicavam a esse nobre ideal.
Jesus era um rabino e foi iniciado na seita judaica dos Essênios, conhecidíssimos como extraordinários terapeutas e um povo que incansavelmente buscava justiça no mundo.
Em hebraico, língua utilizada pelos essênios, a palavra cura é teraf (mesma raiz de terapeuta), a qual significa soltar os nós, abrir, deixar aberto o paciente, aquele que busca estar consciente da sua paz.
Jesus não só foi um dos maiores e mais conhecidos terapeutas curadores, como abria a confiança na cura: “É você quem está se curando”. Apontava na direção de levarmos o amor a todos: “Ama teu próximo como a si mesmo”.
Se você que lê esse texto é um terapeuta, estimula o Chi, a energia do seu paciente e a auto-cura. Você também trabalha sua própria energia com práticas de Tai-chi, yoga, chi-kung, dança sagrada e nos Sat-Sangs. Trabalha o seu corpo e suas emoções, conhece cada suas limitações. Pratica meditação e reconhece-se como um ser iluminado e trata o outro como igual. Tem amor próprio e muita compaixão, que distribui em cada atendimento. Trabalha com ética e carinho.
Como terapeuta você aprende aqui na Humaniversidade a inspirar-se em São Francisco de Assis a respeitar não somente o ser humano, mas toda a Natureza. No Reiki III do sistema tradicional e Dentho é apontado esse amor a todos os seres vivos no símbolo Dai Ko Myo e seu significado.
“Aqueles que têm olhos que vejam”. Meu mestre Osho sempre dizia que “o planeta está doente e precisa de terapeutas”. De nada adianta esperar que os pseudos “dirigentes” façam algo. Depende de nós e a tu fazer a diferença.
Quando você tomou a decisão de ser um terapeuta já sabia que não é somente uma profissão. É uma missão, um chamado da existência que precisa de ti. Que te usa como um arauto de paz.
Tenho insistido muito que, aquele que tem vocação de ser um terapeuta como você, seja total nisso. Tenha a sua dignidade e decência, e faça isso de forma competente.
Não invente desculpas e mentiras medíocres para desistir e torne-se um extraordinário (o contrário de ordinário) terapeuta. Invista seu tempo e energia nisso.
Como alguém pode desistir de sua vocação, se vender por uns trocadinhos e deixar seu sonho e vocação profissional?
Todos no universo são o que são: você nunca verá uma zebra querer ser um leão.
Só o ser humano (não todos) consegue ser o que não é. Busca uma pseudo segurança e foge de seus sonhos. Será que é preciso para não morrer de fome morrer de tédio? Como Jesus dizia "será que é preciso para conquistar o mundo perder sua alma?".
Eu prefiro morrer de fome a morrer de tédio.
É exatamente para pessoas como você, que não desistem de seu sonho e vocação de fazer a diferença no planeta ( fazer mesmo, e não achar que faz ).
No livro “O Espírito da Saúde”, de Lise Mary há este texto de Jean-Yves Leloup sobre Jesus e os terapeutas, de uma beleza rara:
“Inicialmente os Terapeutas de Alexandria cuidavam do corpo. Nos Evangelhos muitas questões são colocadas sobre este momento da imposição das mãos. A importância da mão através do tocar, através da simples imposição, deixando passar através dela a energia da cura. Jesus é um terapeuta que tem mãos e pede a seus discípulos que imponham as mãos sobre os doentes. Na tradição dos Antigos há um texto que também é encontrado no Evangelho de Tomé, o qual nos diz que temos uma mão na nossa mão. E esta é uma palavra da qual precisamos nos lembrar quando acompanhamos um doente. Porque temos a nossa mão, com o seu conhecimento e a sua competência, mas através dessa mão flui a grande mão da vida.
Jesus cuidava também dos doentes através de sua saliva... Jesus trata os doentes com suas mãos, com sua saliva e também com suas lágrimas...
... Quando Jesus despertava, naqueles que encontrava, o coração de pedra, ou um coração fechado pelo medo e pela recusa, este coração se liquefazia no amor. Por isso dizemos que Jesus era um Terapeuta no sentido físico do termo.
Jesus era também um Terapeuta da alma e da psique. Ele transformava as pessoas em seres capazes de perdão. Perdoar é parar de identificar o outro com as conseqüências negativas de seus atos e parar de nos identificar com as conseqüências negativas de nossos atos. Esta é a própria função do terapeuta. Diante de alguém que está fechado em suas memórias e fechado no encadeamento de causas e efeitos de seus atos, é preciso recolocá-lo em marcha na direção da vida.
Esta é uma bela tradição das bem-aventuranças e, em hebraico, pode-se traduzir bem-aventurado por "Em Marcha!", como tão bem o fez André Chouraqui.
"Em marcha os humilhados do Sopro!...
Em marcha os humildes!...
Em marcha os famintos e sedentos de justiça!.
O ensinamento de Cristo é um convite à caminhada, a ir mais longe, a não se fechar no destino da doença, no destino social. Trata-se, pois, de reabrir a nossa capacidade de ir mais longe.
Jesus é também terapeuta no sentido espiritual do termo, no momento em que ensina seus discípulos a orar. Orar não é recitar preces, mas entrar em relação e em intimidade com a própria fonte do seu ser.
Então Jesus mostrava-se Terapeuta ao ensinar que pela prece o homem podia religar-se à sua fonte. Sabe-se que muitos sofrimentos e doenças ocorrem porque o homem se sente cortado da fonte do seu ser, cortado do seu desejo essencial, cortado do desejo essencial da vida que corre através dele. Quando ele se religa a esta fonte, a cura pode ocorrer. Esta cura ocorre também na comunidade, cada um na religião que é a sua, através do provar de sua própria fonte.”
Fonte: http://www.humaniversidade.com.br/
Os terapeutas, desde milênios, além de levarem a paz tinham um contato profundo com o paciente e estimulavam a sua própria capacidade de cura. Eram atenciosos, carinhosos e, provavelmente como você que lê esse texto, se dedicavam a esse nobre ideal.
Jesus era um rabino e foi iniciado na seita judaica dos Essênios, conhecidíssimos como extraordinários terapeutas e um povo que incansavelmente buscava justiça no mundo.
Em hebraico, língua utilizada pelos essênios, a palavra cura é teraf (mesma raiz de terapeuta), a qual significa soltar os nós, abrir, deixar aberto o paciente, aquele que busca estar consciente da sua paz.
Jesus não só foi um dos maiores e mais conhecidos terapeutas curadores, como abria a confiança na cura: “É você quem está se curando”. Apontava na direção de levarmos o amor a todos: “Ama teu próximo como a si mesmo”.
Se você que lê esse texto é um terapeuta, estimula o Chi, a energia do seu paciente e a auto-cura. Você também trabalha sua própria energia com práticas de Tai-chi, yoga, chi-kung, dança sagrada e nos Sat-Sangs. Trabalha o seu corpo e suas emoções, conhece cada suas limitações. Pratica meditação e reconhece-se como um ser iluminado e trata o outro como igual. Tem amor próprio e muita compaixão, que distribui em cada atendimento. Trabalha com ética e carinho.
Como terapeuta você aprende aqui na Humaniversidade a inspirar-se em São Francisco de Assis a respeitar não somente o ser humano, mas toda a Natureza. No Reiki III do sistema tradicional e Dentho é apontado esse amor a todos os seres vivos no símbolo Dai Ko Myo e seu significado.
“Aqueles que têm olhos que vejam”. Meu mestre Osho sempre dizia que “o planeta está doente e precisa de terapeutas”. De nada adianta esperar que os pseudos “dirigentes” façam algo. Depende de nós e a tu fazer a diferença.
Quando você tomou a decisão de ser um terapeuta já sabia que não é somente uma profissão. É uma missão, um chamado da existência que precisa de ti. Que te usa como um arauto de paz.
Tenho insistido muito que, aquele que tem vocação de ser um terapeuta como você, seja total nisso. Tenha a sua dignidade e decência, e faça isso de forma competente.
Não invente desculpas e mentiras medíocres para desistir e torne-se um extraordinário (o contrário de ordinário) terapeuta. Invista seu tempo e energia nisso.
Como alguém pode desistir de sua vocação, se vender por uns trocadinhos e deixar seu sonho e vocação profissional?
Todos no universo são o que são: você nunca verá uma zebra querer ser um leão.
Só o ser humano (não todos) consegue ser o que não é. Busca uma pseudo segurança e foge de seus sonhos. Será que é preciso para não morrer de fome morrer de tédio? Como Jesus dizia "será que é preciso para conquistar o mundo perder sua alma?".
Eu prefiro morrer de fome a morrer de tédio.
É exatamente para pessoas como você, que não desistem de seu sonho e vocação de fazer a diferença no planeta ( fazer mesmo, e não achar que faz ).
No livro “O Espírito da Saúde”, de Lise Mary há este texto de Jean-Yves Leloup sobre Jesus e os terapeutas, de uma beleza rara:
“Inicialmente os Terapeutas de Alexandria cuidavam do corpo. Nos Evangelhos muitas questões são colocadas sobre este momento da imposição das mãos. A importância da mão através do tocar, através da simples imposição, deixando passar através dela a energia da cura. Jesus é um terapeuta que tem mãos e pede a seus discípulos que imponham as mãos sobre os doentes. Na tradição dos Antigos há um texto que também é encontrado no Evangelho de Tomé, o qual nos diz que temos uma mão na nossa mão. E esta é uma palavra da qual precisamos nos lembrar quando acompanhamos um doente. Porque temos a nossa mão, com o seu conhecimento e a sua competência, mas através dessa mão flui a grande mão da vida.
Jesus cuidava também dos doentes através de sua saliva... Jesus trata os doentes com suas mãos, com sua saliva e também com suas lágrimas...
... Quando Jesus despertava, naqueles que encontrava, o coração de pedra, ou um coração fechado pelo medo e pela recusa, este coração se liquefazia no amor. Por isso dizemos que Jesus era um Terapeuta no sentido físico do termo.
Jesus era também um Terapeuta da alma e da psique. Ele transformava as pessoas em seres capazes de perdão. Perdoar é parar de identificar o outro com as conseqüências negativas de seus atos e parar de nos identificar com as conseqüências negativas de nossos atos. Esta é a própria função do terapeuta. Diante de alguém que está fechado em suas memórias e fechado no encadeamento de causas e efeitos de seus atos, é preciso recolocá-lo em marcha na direção da vida.
Esta é uma bela tradição das bem-aventuranças e, em hebraico, pode-se traduzir bem-aventurado por "Em Marcha!", como tão bem o fez André Chouraqui.
"Em marcha os humilhados do Sopro!...
Em marcha os humildes!...
Em marcha os famintos e sedentos de justiça!.
O ensinamento de Cristo é um convite à caminhada, a ir mais longe, a não se fechar no destino da doença, no destino social. Trata-se, pois, de reabrir a nossa capacidade de ir mais longe.
Jesus é também terapeuta no sentido espiritual do termo, no momento em que ensina seus discípulos a orar. Orar não é recitar preces, mas entrar em relação e em intimidade com a própria fonte do seu ser.
Então Jesus mostrava-se Terapeuta ao ensinar que pela prece o homem podia religar-se à sua fonte. Sabe-se que muitos sofrimentos e doenças ocorrem porque o homem se sente cortado da fonte do seu ser, cortado do seu desejo essencial, cortado do desejo essencial da vida que corre através dele. Quando ele se religa a esta fonte, a cura pode ocorrer. Esta cura ocorre também na comunidade, cada um na religião que é a sua, através do provar de sua própria fonte.”
Fonte: http://www.humaniversidade.com.br/
15/09/2010
Em Defesa da Medicina Chinesa e do Uso das Plantas Medicinais

Escrito por Fang Liu * - terça-feira, 31 de agosto de 2010
O Fantástico deste domingo (29/08) mostrou uma matéria absurda descaracterizando a medicina chinesa e terapias alternativas.
A matéria completa está aqui. Abaixo segue minha resposta - desculpem a extensão, mas estes esclarecimentos são muito importantes para a saúde de todos nós.
Desacreditando as medicinas naturais
Foi realmente horrível terminar o domingo com uma matéria tão absurda e mentirosa quanto o novo quadro do Fantástico "É bom pra quê?".
Respeito profundamente o Dr. Dráuzio Varella e seu trabalho, mas não é admissível uma matéria tão manipulada e tendenciosa quanto esta, cujo único objetivo é desinformar e confundir o telespectador, propagando a idéia errônea de que “só a medicina moderna salva”.
Essa história de que a medicina ocidental moderna é a panacéia para todos os males e o resto é só superstição, volta e meia vem à tona. Se a ciência médica moderna curasse todos os males de modo eficaz e simples, não haveria “medicina alternativa”. As pessoas tomam chás justamente em virtude da ineficiência da medicina alopática moderna.
O foco de ataque principal da matéria, além dos tratamentos alternativos em geral, pareceu ser o Hospital de Medicina Alternativa de Goiás, único no Brasil a se dedicar unicamente às
terapias alternativas. Um risco para vários interesses corporativos.
Essa história de que a medicina ocidental moderna é a panacéia para todos os males e o resto é só superstição, volta e meia vem à tona. Se a ciência médica moderna curasse todos os males de modo eficaz e simples, não haveria “medicina alternativa”. As pessoas tomam chás justamente em virtude da ineficiência da medicina alopática moderna.
O foco de ataque principal da matéria, além dos tratamentos alternativos em geral, pareceu ser o Hospital de Medicina Alternativa de Goiás, único no Brasil a se dedicar unicamente às
terapias alternativas. Um risco para vários interesses corporativos.
É óbvio que qualquer coisa pode ser perigosa à saúde, até água. Mas os “perigos” dos chás nem de longe se igualam aos perigos dos medicamentos químicos mal testados, ineficientes, perigosos (preciso citar a relação de medicamentos recolhidos todos os anos?) e muitas vezes mal receitados.
O doutor Juang Horng Jyh efetuou uma pesquisa com médicos brasileiros, para sua tese de doutorado na UNESP, que mostrou que 60% deles afirmou que na faculdade não tiveram aulas específicas para aprender a receitar um medicamento. E mais: 27% dos entrevistados se atualizam com a ajuda de vendedores dos laboratórios. E 73% admitiram que já receitaram remédios sem conhecer bem a composição deles. Ainda acham que o perigo está no chá da vovó?
Foi dito na matéria, sobre as práticas antigas, que “…mas enquanto a medicina era feita dessa maneira, epidemias matavam populações inteiras; éramos incapazes de impedir a progressão das doenças, ou mesmo de aliviar a dor. As pessoas morriam cedo e sofriam mais”.
Mentira! Pura propaganda.
Epidemias estão historicamente relacionadas com saneamento básico e higiene e não com medicina. A cólera é um exemplo de doença que matou incontáveis milhões de pessoas e é causada apenas por falta de saneamento. Epidemias são combatidas com prevenção e não somente com cuidados médicos. Muitas doenças eram combatidas com medicinas antigas, especialmente as sofisticadas medicinas indiana e chinesa. As pessoas não estavam entregues à própria sorte, como parece afirmar a matéria. Sobre alívio da dor, indianos e chineses já utilizavam analgésicos enquanto a Europa pensava no que fazer com o Império Romano. Se acreditam que as pessoas antigamente sofriam mais, deveriam visitar as filas do SUS nos hospitais públicos brasileiros.
A medicina moderna é maravilhosa para quem corre para um Sírio-Libanês ou Albert Einstein sempre que tem uma unha encravada.
Mas vamos nos concentrar nesta afirmação: “A milenar medicina chinesa era tão precária que, até o início do século passado, os chineses viviam, em média, pouco mais de 30 anos”.
Isso é um desrespeito para com uma medicina que se mostra cada vez mais atual, com testes e estudos científicos realizados em todo o mundo. Uma expectativa de vida mais alta se deve prioritariamente a fatores como facilidade de abrigo, fornecimento de alimentação, saneamento e higiene, mecanização do trabalho e ausência de conflitos armados. Não é a eficácia da medicina que delimita a expectativa de vida. Um declínio da mortalidade e aumento na expectativa de vida ocorreu na Europa a partir do século XVII, sendo que até meados do século XIX a Inglaterra viu a expectativa de vida saltar de 33 anos para acima dos 40. ANTES do advento da “maravilhosa” medicina moderna. Mesmo assim, segundo a OMS, a expectativa de vida mundial na virada do século XX era de 31 anos, logo a China não estava fora desse modelo. Os sofisticados europeus mal passavam dos 40 anos.
Apesar da “droga milagrosa”, penicilina e antibióticos, as infecções prosseguem e muitas bactérias se tornaram resistentes ou mesmo imunes a esses medicamentos. Deve-se ter em mente ainda que a ANVISA se mostrou preocupada, recentemente, com o excesso de prescrição destes medicamentos por médicos. Sim, por médicos.
Os chineses possuíam muitas fórmulas para isso, mas se enquadraria na “medicina precária” da China, não? Fórmulas com ervas para combater infecções existem desde a Dinastia Han (século II) e ainda são utilizadas, com sucesso.
O Hospital de Ditan, em Beijing, especializado em doenças infecto-contagiosas, desenvolveu este ano um composto de ervas para prevenir e combater a gripe suína. O tratamento com a fitoterapia chinesa se mostrou muito mais rápido e seguro e com um custo de 25% do tratamento alopático. Todas as pessoas que se submeteram ao teste foram curadas da gripe rapidamente e sem efeitos colaterais.
O Dr. Varella ainda perguntou ao Presidente do Conselho Federal de Medicina como ele via esses tratamentos com plantas. Deve ser piada. Não são os fornecedores de ervas que custeiam os maravilhosos seminários médicos, ou pagam viagens, ou refeições. Nem são quem patrocinam eventos e publicações médicas.
Na verdade, a fala do ilustre presidente serve exatamente para definir a medicina moderna, especialmente no Brasil: “Isso me parece muito mais um remendo, que transforma aquilo que deveria ser de qualidade num arremedo de um tratamento. As pessoas estão enganadas.
As pessoas estão recebendo algo que não é o melhor.“ A verdade, mesmo, é que 80 a 90% das pessoas que adentram um consultório de terapia alternativa JÁ PASSOU por médicos, com seus exames e tratamentos maravilhosos. Não é incomum encontrar pessoas com 5Kg de exames ultra-modernos e laudos de uma dúzia de médicos, sem ter encontrado solução para seus problemas e, muitas vezes, sem nem ao menos um diagnóstico adequado. Por que será que as pessoas tomam chá?
As pessoas estão recebendo algo que não é o melhor.“ A verdade, mesmo, é que 80 a 90% das pessoas que adentram um consultório de terapia alternativa JÁ PASSOU por médicos, com seus exames e tratamentos maravilhosos. Não é incomum encontrar pessoas com 5Kg de exames ultra-modernos e laudos de uma dúzia de médicos, sem ter encontrado solução para seus problemas e, muitas vezes, sem nem ao menos um diagnóstico adequado. Por que será que as pessoas tomam chá?
Uma repórter ainda visitou vários postos de atendimento médico para um exame de seu pulso (cisto sinovial). Uma denúncia das longas filas de espera, atendimento mal feito, diagnósticos e prescrições erradas? Não, foi apenas para mostrar que a eficácia do tratamento alternativo se deve mais ao “efeito placebo”, causado pelo apoio humano do terapeuta alternativo em uma consulta de 40 minutos (e não de 1,5 minuto como no caso dos médicos). Uma clara demonstração de manipulação dos fatos para comprovar o que se deseja. Jornalismo de quinta categoria.
Ainda se utilizou casos extremos, de pacientes que tomaram chás para câncer, com grande ênfase. Será que pacientes que vão a um consultório médico do SUS saem com exames diagnosticando corretamente um câncer? Será que não se descobre a doença tarde demais? Será que médicos que não conseguem diagnosticar um cisto sinovial poderiam descobrir um tumor no fígado?
A aparência deste material veiculado no domingo é de matéria vendida segundo interesses alheios. As críticas ao sistema médico foram veladas e diluídas nas críticas ferozes aos tratamentos naturais. Não se pode conceber um material jornalístico sério que tenha como objetivo unicamente direcionar a opinião do telespectador. Informar não é conduzir.
Espero, sinceramente, que as próximas edições tenham um conteúdo mais informativo e imparcial, embora já tenha sido anunciado que o objetivo da série é mostrar que as ervas devem ser utilizadas apenas quando há evidências científicas. O que não se diz é que, nesses
casos, as pessoas comuns ficam proibidas de indicar os produtos, que devem ser prescritos apenas por médicos e produzidos em farmácias.
De volta aos “interesses ocultos” por trás do material.
* Doutor em Acupuntura pela Federação Mundial de Acupuntura Moxabustão (WFAS).
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